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Na habitual paragem no café mais próximo do Tribunal de Monsanto, ainda antes das 9h30 marcadas para o início da sessão, alguns dos arguidos já estavam de calções pelo calor (e pensar que na 15.ª sessão deste julgamento, a 19 de dezembro, houve um temporal tão grande que tinham de estar dois agentes da autoridade encostados à porta para que esta ficasse fechada), todos tinham máscara na cara e faziam-se acompanhar por alguns familiares que nunca seguiram o processo mas que quiseram agora marcar presença na leitura do acórdão. Diferença 1.

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À entrada, logo depois do pórtico de acesso, os arguidos eram divididos consoante o número atribuído inicialmente no processo, com os primeiros 27 a ficarem na sala onde decorreram as 37 sessões anteriores entre 18 de novembro e 13 de março e os restantes 15 (houve duas ausências, de Luís Almeida e de Fernando Mendes, o último devido a questões médicas já conhecidas) a irem para uma outra sala, onde tem decorrido a fase de instrução do processo de Tancos, e a acompanharem a leitura do acórdão por videoconferência – algo aplicável também a alguns advogados, para cumprir o distanciamento social, o que fez por exemplo com que Bruno de Carvalho ficasse na “nova sala” e o seu advogado, Miguel A. Fonseca, ouvisse tudo na “sala principal”. Diferença 2.

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