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Se não soube bem bater no Bloco de Esquerda, assim parece. E assim continua a parecer. Depois de cinco anos a aguentar uma aliança (quase) saudável com os bloquistas, o PS desconfinou e atirou-se com tudo à jugular do ex-parceiro. Na “Vichyssoise”, programa da Rádio Observador, João Paulo Correia, deputado e vice-presidente da bancada parlamentar do PS, avança que a única justificação para compreender o voto contra de Catarina Martins é o alegado “bullying de Francisco Louçã”. “A tendência de Francisco Louçã no Bloco de Esquerda está a tentar precipitar uma rutura com o PS“, diz.

Em entrevista, o socialista reconhece que já esteve “mais seguro” sobre a capacidade do Governo para concluir a legislatura e já fala abertamente sobre eleições antecipadas. Para chegar à tão desejada maioria absoluta? “Tenho reservas sobre as mais-valias de uma maioria absoluta. Confesso que gostei muito da experiência parlamentar da legislatura anterior”, salvaguarda.

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