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Estudante de 16 anos mata dois colegas a tiro em escola nas Filipinas. Oito pessoas ficaram feridas

Jovem de 16 anos matou dois colegas numa escola no sul das Filipinas. Oito pessoas ficaram feridas no ataque, quatro estão em estado grave. Após o ataque, suspeito suicidou-se.

Após o ataque, o jovem suicidou-se. O incidente ocorreu no sul das Filipinas
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▲Após o ataque, o jovem suicidou-se. O incidente ocorreu no sul das Filipinas

Cruz Vermelha_Facebook

▲Após o ataque, o jovem suicidou-se. O incidente ocorreu no sul das Filipinas

Cruz Vermelha_Facebook

Um estudante de 16 anos matou a tiro dois colegas numa escola secundária da cidade de Banga, no sul das Filipinas. Outras oito pessoas ficaram feridas no ataque, quatro permanecem em estado grave. Depois do ataque, que aconteceu nesta sexta-feira, pelas 14h00 locais (7h00 em Lisboa), o suspeito suicidou-se.

As vítimas têm idades entre 14 e 17 anos, confirmou o governador da província de South Cotabo, Reynaldo Tamoyo, que se deslocou ao local do ataque.

“O suspeito supostamente sentou-se ao lado dos amigos e disse-lhes para irem para casa, ‘porque depois do almoço, vou executar o meu plano. Os amigos riram porque o atirador era conhecido por fazer piadas”, disse Palencia à Reuters.

O suspeito parece ter disparado indiscriminadamente contra alunos em uma sala de aula ao lado da sua, após sair da sala de aula do 9º ano, afirma Palencia.

A polícia filipina está agora a investigar a hipótese de outra pessoa estar envolvida na preparação do ataque. Isto, porque num vídeo que circula nas redes sociais, gravado no momento dos disparos, ouve-se uma professora referir-se a dois atiradores.

O suspeito usou uma pistola de 9 mm pertencente ao seu pai, um funcionário do Departamento de Educação, depois de invadir um cofre onde a arma estava guardada e levá-la para a escola.

Foram mobilizadas diversas equipas da Cruz Vermelha para o local.

Este é o segundo ataque numa escola registado no país este ano. Em junho de 2026, dois estudantes, de 14 e 15 anos, dispararam contra os colegas na escola secundária que frequentavam, em Tacloban. Esse ataque provocou três mortos e sete feridos.

[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

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