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Fazia sentido que o palco fosse delas.

Dentro de seis dias, a 26 de agosto, serão assinalados os 100 anos da aplicação da 19ª Emenda dos EUA, onde se lê: “O direito ao voto dos cidadãos dos Estados Unidos não pode pode ser negado ou limitado pelos Estados Unidos ou qualquer Estado por causa do seu sexo”.

A propósito, não têm sido poucas as referências ao movimento sufragista que conseguiu o voto para as mulheres, em 1920, nestes dias da Convenção do Partido Democrata. O terceiro dia, porém, foi especialmente planeado como o momento em que as mulheres passariam para a primeira fila — depois de no segundo dia os políticos convidados a falar em segmentos próprios terem sido todos homens e com uma média de idades de 79,4 anos.

E assim foi, numa lista de oradoras que congrega alguns dos nomes femininos mais destacados dos democratas: a ex-secretária de Estado e adversária derrotada por Donald Trump em 2016, Hillary Clinton; a líder dos democratas na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi; a congressista Gabby Giffords, sobrevivente de um ataque contra ela dirigido, em que foi baleada na cabeça; a senadora Elizabeth Warren; e também a senadora e agora candidata a vice-Presidente Kamala Harris.

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