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A escola tem de mudar. Maria Emília Brederode, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), assumiu-o na apresentação do “Estado da Educação”, o relatório que, anualmente, faz o retrato do país nesta área e que é apresentado esta terça-feira. Os motivos apontados são essencialmente dois: a revolução científica e as alterações climáticas.

“Passámos a viver com uma central móvel de informação no bolso e as suas potencialidades parecem inesgotáveis”, o que traz consequências enormes em todos os aspetos da nossa vida, escreve a presidente do CNE no prefácio do relatório, o mesmo onde, no ano passado, defendeu o fim dos chumbos e do 2.º ciclo de escolaridade.

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