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Cinco anos após ter sido preso e dois anos depois de ter sido acusado de três crimes de corrupção passiva de titular de cargo político, de 16 crimes de branqueamento de capitais, de nove crimes de falsificação de documento e de três crimes de fraude fiscal qualificada, José Sócrates está a ser ouvido pelo juiz Ivo Rosa no âmbito da fase de instrução criminal da Operação Marquês. O ex-primeiro-ministro depõe a seu pedido e o seu objetivo é tentar convencer o magistrado do Tribunal Central de Instrução Criminal de que a acusação do Ministério Público contra si não tem sustentação — e que, por isso, os autos devem ser arquivados.

O interrogatório é conduzido pelo juiz Ivo Rosa — que lidera esta fase de instrução criminal — mas o procurador Rosário Teixeira e a defesa de Sócrates também poderão fazer perguntas. O ex-líder do PS, contudo, tem o direito de não responder ou de parar o interrogatório sempre que entender. Caso José Sócrates queira responder a todas as perguntas, é provável que o interrogatório se estenda por vários dias. Ivo Rosa reservou esta segunda-feira e os próximos dois dias para esta diligência.

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