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O Gancho, da chef Louise Bourrat e do italiano Marco Cossu, abriu em Alfama
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▲O Gancho, da chef Louise Bourrat e do italiano Marco Cossu, abriu em Alfama

▲O Gancho, da chef Louise Bourrat e do italiano Marco Cossu, abriu em Alfama

Um arancini de cabidela, um Patife italiano e as sandes de pastrami da Bibs: 13 novas mesas de Lisboa

De Alfama a Belém, pondo ainda um pé em Alvalade, há 13 novos restaurantes para explorar em Lisboa. Metade são italianos, com um georgiano pelo meio, mas há também um português, que pode ser Duro.

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Bibs

R. Santos-O-Velho 92 1200-735  Lisboa. De terça-feira a sábado das 10h00 às 22h00.

Somos convidados a sujar as mãos no novo bar de sandes de Lisboa. Onde em tempos viveu a pastelaria Apolo XI, nasce agora o Bibs, sem perder a integridade e as portas verdes que o número 92 da rua de Santos-O-Velho habituou aos locais. “Pastrami e outras sandes”, lê-se nessa mesma porta, são as protagonistas desta casa com mão de Leonor Godinho — Bibs, para os amigos. A chef do Vago e do Vida de Tasca viu nesta antiga pastelaria a oportunidade para dar a conhecer as suas sandes de pastrami, ao mesmo tempo que mantém a essência do local, com sugestões de pastelaria tradicional portuguesa. Servidas desde dia 1 de abril, não são mentira, e fazem parte de um menu que conta com a especialidade de pastrami (10,50€), a Reuben (13€), com pastrami, chucrute e queijo suíço, a de enguia fumada (9€) ou a de salame de trufa (8,50€). E porque é de sandes que se fala nesta casa, também os doces não fogem das mesmas. Para além da pastelaria tradicional há sandes de gelado artesanal (5€). Qual o sabor? É perguntar.

▲ O Bibs abriu portas no dia 1 de abril em Santos

Instagram//Tiago Pais

Gancho Lx

R. do Vigário 70B, 1100-616 Lisboa. De quinta a segunda-feira das 19h00 às 2h00. Contacto: 910740181.

Foi no Dia da Mulher que abriu em Alfama uma tasca moderna que quer trazer de volta para este típico bairro lisboeta os portugueses, e não apenas os turistas. Pelas mãos da chef Louise Bourrat e do companheiro, o italiano Marco Cossu, o Gancho apresenta um cruzamento entre as cozinhas portuguesa, francesa e italiana com pratos que sabem a casa. É para lá que a chef do Boubou’s é transportada com o bacalhau à Brás da Fátima (11 euros), a sua avó minhota, natural de Ponte de Lima. Sem tirar nem pôr, serve no Gancho este tradicional prato, acompanhado pelos pastéis de bacalhau, também eles da Fátima (2,50€). Já de Itália, e com um toque bem português, as típicas bolinhas de arroz que respondem pelo nome de arancini chegam recheadas de cabidela (2,50€), o porco preto tonnato (12€) e pasta alla zozzona (15€), que combina a carbonara com a amatriciana. A acompanhar há mixologia de Cossu com quatro cocktails diferentes e uma seleção de vinhos, principalmente de baixa intervenção. Como qualquer tasca, não falta o doce no final: creme brûlèe com infusão de CBD (5€), arroz doce (5€) e profiteroles ao chocolate (6€).

▲ O Gancho abriu portas em Alfama no Dia da Mulher

Duro

Rua Dom Luís I 32, 1200-151 Lisboa. De terça-feira a domingo das 12h00 às 00h00 (sexta-feira e sábado até às 2h00). Contacto: 926 472 698.

Foi com o objetivo de resgatar o conceito dos restaurantes clássicos de Lisboa que o Duro chegou à capital no início do ano. O foco é na gastronomia nacional mas as inspirações francesas e espanholas sentem-se logo de início com o polvo à galega (19€), os ovos rotos com carabineiro (45€) ou a tortilha aberta com gamba (22€). A proximidade ao mar traz também ao Duro um bar de frios, com ostras (4€/unidade), caviar (80€/30g) e amêijoa (30€/250g), e uma seleção de peixe fresco: há bisque de lavagante (45€), bacalhau à brás (23 €) e arroz de forno com robalo e gamba (60€). Inspirado no conceito de uma brasserie, há bife à Chateaubriand (70€) e, bem português, serve barriga de leitão crocante (26€). Aberto de terça-feira a domingo, na zona do Cais do Sodré, o Duro convida a almoçar ou a jantar — com um dj a animar o final do dia ao longo da semana.

▲ O Duro abriu portas no Cais do Sodré a 7 de fevereiro

photographyjoaoalmeida

Para quem procura um petisco, o restaurante do grupo Attiffood conta ainda com uma secção de Bites, com prego do lombo em focaccia (18€), hambúrguer Angus (18€) ou hot dog de polvo BBQ (19€). Já ao domingo, os momentos de convívio são feitos nesta mesa com um cozido à portuguesa pelo preço de 25 euros por pessoa e com a possibilidade de repetir à descrição. Para terminar, as tábuas de queijos (entre 22 e 25 euros) partilham o lugar das sobremesas com a tarte de maçã com gelado (11€), a tarte basca (11€) e o leite creme (9€).

ZeroZero

Edifício Espelho d’Água, Av. Brasília, 1400-038 Lisboa. Todos os dias das 12h00 às 00h00. Contacto: 219364245.

Comer uma pizza Diavola acompanhada de um Aperol Spritz à beira do rio Tejo a qualquer hora do dia e a qualquer dia da semana é a proposta da nova ZeroZero. Em Lisboa há 10 anos, a pizzaria tomou conta de mais um espaço na capital: depois do Príncipe Real e do Parque das Nações, é a vez de Belém receber esta família italiana, no edifício do Espelho d’Água. Batizada com o nome da farinha que dá forma às suas pizzas artesanais, a ZeroZero celebra assim uma década de vida com a abertura de um novo restaurante que pretende seguir a mesma linha dos irmãos. O conforto sente-se no espaço e na carta há uma oferta vasta que se desenrola entre pizzas, massas, risottos e saladas. Já de barriga cheia, depois do tradicional tiramisù (8€), os clientes são convidados a passar pela mercearia italiana com queijos, enchidos, vinhos de origem italiana e pasta fresca.

▲ A nova ZeroZero tomou conta do edifício do Espelho d'Água, construído originalmente em 1940 para a Exposição do mundo Português

Cultural Club

R. do Centro Cultural 27B, 1700-051 Lisboa. De terça-feira a sábado das 12h00 às 22h00 e domingo das 12h30 às 16h30.

É irmão do Cobaia, numa rua mais abaixo, também em Alvalade, mas nada tem a ver com ele. De lá vêm apenas as batatas fritas caseiras e todas as preparações para as sandes italianas que se fazem aqui, não fosse este Cultural Club estar localizado num espaço de coworking, com pouca manobra para grandes cozinhas. Escondido na rua do Centro Cultural, é desde o início do ano cantina para quem trabalha na zona, com o menu de seis opções a facilitar a escolha rápida que uma hora de almoço laboral exige. Em pinsa romana — feita na também vizinha Isco — as sandes do Cultural Club são recheadas de produtos bem italianos, da stracciatella à pancetta, passando pelo pesto, o gorgonzola e a manteiga de nduja. Para além das seis, há ainda uma especial que vai mudando semanalmente. Os valores variam entre 11 e 12 euros mas ao almoço há a opção de, por mais 3,5€, acrescentar uma bebida e as tais batatas vindas do Cobaia. O menu conta ainda com duas bowls, uma de quinoa, cogumelos confitados, stracciatella e pesto (12€), e outra de bulgur, rosbife, taleggio, salmorejo e rúcula (13€), e, para aquecer, há também uma sopa do dia (4,5€) que convida a perguntar ao chef o que lá vai dentro.

▲ O Cultural Club apresenta um menu com seis opções de sandes italianas

Street Smash Burguers

Rua Marquesa de Alorna 19C, 1700-037 Lisboa. Todos os dias das 11h45 às 23h15.

Depois de abrirem a maior loja da marca em Carcavelos, os Street Smash Burguers continuam a espalhar, lá está, hambúrgueres esmagados pela capital com um novo espaço em Alvalade. O menu é sempre igual, com as mesmas três opções de hambúrguer: com 180 gramas de carne de vaca, o Street Burguer (9,90€) conta com queijo americano, cebola, pickles, ketchup e mostarda, quase gémeo do Bacon Smash Burguer que, no lugar daqueles últimos quatro ingredientes, recebe três tiras de bacon estaladiço acompanhadas por um molho secreto. Já a última opção é o Veggie Burguer (12,90€) com smash beyond beef, alface, tomate, pickles, cebola, queijo cheddar e, de novo, o molho secreto da casa. Para acompanhar, há batatas fritas normais ou doces (3€) e batatas com molho de trufa e queijo parmesão ralado (6,50€).

▲ Os Street Smash Burguer estão também em Campo de Ourique, Cais do Sodré e Saldanha

Alfredo

Rua Carvalho Araujo 24, 1900-140 Lisboa. De quarta-feira a sábado das 17h30 às 00h00 e domingo das 12h30 às 15h00.

Há um Alfredo por Lisboa que serve vinho a copo acompanhado de petiscos, amigos e um disco de vinil a tocar no fundo. De portas abertas desde o início de março em Arroios, convida a picar azeitonas (4€) e uns jaquinzinhos fritos (6€) nos finais de tarde quentes que por aí vêm. Para encher bem a barriga, há croquetes (3€), espargos e ervilhas (9€), tartare de vaca tutano (12€), cachaço de porco fumado (15€), esparguete ala carbonara (12€) e arroz com bochecha de porco e chouriço (de 28 a 56€) — este último para partilhar. Com um copo de vinho — há espumante, branco, rosé e tinto — serve-se também a tarte de limão merengada (7€).

▲ Os gnocci gratinados do Alfredo

Cose di Mamma

Estrada da Luz 148 L, 1600-160 Lisboa. Todos os dias das 12h00 às 15h30 e das 19h00 às 22:30. Contacto: 21 727 5665.

A promessa é de que saímos de lá a falar com as mãos depois de nos lambuzarmos com uma pizza de pêra e mel (12€) e uns gnocchi caseiros com gamba da costa (16,50€). O Cose di Mamma é o novo restaurante de Benfica e abre exatamente no mesmo espaço onde em tempos esta família italiana abriu o Di Casa, no número 148 da Estrada da Luz. Duas décadas passadas, foi tempo de perceber que era preciso trazer um novo conceito, agora inspirado nas antigas cozinhas italianas. É num ambiente acolhedor que servem desde o início do ano uma carta com nove opções de pizza de massa leve e alta e outras nove opções que se desdobram entre pastas, risotto e lasanha. No fim, há tiramisú (6€), affogato (4,50€) ou dolce di mamma (4,50€), com gelado de avelã, tofffee de avelã e merengue.

▲ Antes da Cosa di Mamma, a família Breyner abriu também a Casa Pizza, no Estoril, e o Di Casa, em Benfica

Patife

R. do Poço dos Negros 190, 1200-338 Lisboa. De quarta-feira a domingo das 17h00 às 23h00.

Aqui ninguém é patife. Ou serão todos? Pizzaiolo só há um e prepara 10 pizzas napolitanas, de massa alta e fofa, para um público de meia dúzia de lugares sentados ao balcão. “É como uma tasca”, diz-nos João Maria, um dos três sócios deste novo restaurante de pizzas da capital, junto de Miguel Varanda e de Francisco Tavares, ex-sócio do agora fechado Trópico do Cais. “Cada um traz um bocadinho do seu mundo. Eu trago a parte criativa, o Tavares o know-how da área e o Varanda diria que todo o back-office necessário”, continua, confessando que a ideia para o conceito surgiu por todos “gostarmos muito de pizza”. Faltou só arranjar alguém que as preparasse, num processo de confeção da massa com altos e baixos, para depois ser decorada com os ingredientes nacionais — à exceção do tomate, que esse é italiano — testados, por vezes, pela curiosidade de João Maria em casa. “A maioria dos ingredientes são portugueses. Acho que não há necessidade de irmos tão longe quando temos coisas tão boas de casa”, acrescenta. O espaço do Patife é pequeno e toma conta da antiga Peregrina Wine Gallery, na rua do Poço dos Negros, com uma sala ao lado que espera estar pronta a tempo do verão. Até lá, as pizzas são devoradas ao balcão enquanto se assiste na primeira fila ao espetáculo da sua confeção. Já o menu, “da entrada à sobremesa, é só pizza.” A começar, a escolha facilita, apenas com o pão de alho (6€), para preparar para as 10 opções de pizza que se seguem: respondem por marinara (9,50€), margherita (11€), cacio pepe (13€), shroomz (13,50€), Érica tartufo (17€) ou — a roubar o nome do restaurante — Patife (14€), com tomate, mozzarella, queijo viso ortodoxo, pepperoni, tomate seco e mel de alpiarça. A sobremesa também é pizza? Sim, de mascarpone e mel (6€).

▲ As pizzas do Patife são napolitanas

Ueno Omakase

R. Reis Gomes 7, 1000-197 Lisboa. De quinta-feira a sábado das 18h30 às 00h00. Contacto: 917 306 522.

Um restaurante de autor centrado na experiência omakase — nas mãos do chef — que vai roubar o nome ao Parque Ueno, em Tóquio. Foi por lá que os chefs Tiago Claro e Marcos Pereira aprofundaram o contacto com a tradição culinária nipónica, trazida agora para este balcão que senta, no máximo, 10 pessoas, e apresentada em 15 momentos (menu a 75€) ao longo de duas horas de refeição. Com um olhar português, o menu do Ueno muda a cada três meses, tendo assim como foco a sazonalidade dos produtos que apresenta. Já o peixe, que cai nos nigiris feitos diretamente na mão dos chefs, é maioritariamente da costa portuguesa, com foco em Sesimbra, onde Tiago Claro e Marcos Pereira passaram o último ano a idealizar o novo restaurante de inspiração kaiseki, que abre agora em Lisboa, na zona do Campo Pequeno.

▲ O chef Tiago Claro no Ueno

Kitu Champanheria

R. Coelho da Rocha 66B, 1350-071 Lisboa. De segunda a sexta-feira das 17h00 às 23h00 e sábado das 13h00 às 16h00 e das 18h00 às 23h00. Contacto: 21 596 1345.

É sommelier do Fifty Seconds, com o chef Rui Silvestre à frente, mas nesta casa é ele quem coordena, mantendo mão nas 30 referências de champanhe e espumante, não fosse este Kitu ser uma champanheria. E o que vai bem com um flute? Uma fresca ostra e um menu de petiscos latinos, inspirados na gastronomia do Peru, México e Equador, o país de origem de Grace Lora, a segunda cabeça deste projeto. Junto de Marc Pinto, abriu a mais recente champanheria de Campo de Ourique que convida a tomar um copo antes ou depois de jantar, ou comer mesmo por lá. Curto, o menu começa com um tiradito de peixe (9€) com maionese de aji amarelo e chalaquita, continua com um ceviche de tromoços (6€) com leite tigre vegan e milho tostado, antes do bao quiteño (10€) de carne de porco, molho chipotle e pickle de cebola roxa, para terminar com uma mousse de maracujá e alfarroba (6€) ou três queijo e “amigos” do queijo (12€) para acompanharem referências como um Diebolt Vallois, o champanhe favorito do casal.

▲ O casal Grace Lora e Marc Pinto abriram a Kitu Champanheria em Campo de Ourique

Karater

R. do Diário de Notícias 65, 1200-365 Lisboa. De segunda a quinta-feira das 16h00 às 2h00 e sexta-feira a domingo das 13h00 às 2h00. Contacto: 910 208 418.

Tem carácter georgiano com alma portuguesa e nasce num espaço onde, em tempos, funcionou uma leitaria. Já sem os animais na parte de trás, este novo restaurante do Bairro Alto serve comida tradicional georgiana com produto português naquele que é o regresso do chef Guram Baghdoshvili a Portugal. Depois de uma temporada na Geórgia, o seu país de origem, Guram juntou-se a Pedro Carvalho para abrir um conceito com o qual sempre tinham sonhado, e que sobretudo assentasse num local com história. O Bairro Alto foi o eleito e, daquela história passada, o Karater manteve os armários, o chão com loiça antiga e as vitrinas, casa agora de um menu de vários momentos. Enquanto se espera, chega o pão georgiano com manteiga de Tusheti e patê de figado (5€) que vai enganando a fome, colmatada depois com uns rolinhos de queijo recheados (12€), uma beringela crocante (8€) ou umas bochechas de porco preto estufadas em vinho Saperavi com Tashmjabi, uma espécie de purê de batata (17€). Se ainda houver espaço, é hora da seleção de croquetes georgianos (10€) de frango, feijão, elarji e queijo.

▲ Flor da Branca era o nome da antiga leitaria que funcionou no espaço que hoje é Karater

Fratelli Brutti

Rua da Boavista, 86, Lisboa. Aberto todos os dias da semana, das 17h às 00h

A porta passou de azul a verde, o desenho de dois “Irmãos Feios” domina agora o interior, canções italianas vão saindo dos gira-discos instalados à entrada, e acima de tudo foi-se o fine dining e entrou ao serviço uma descontraída trattoria, não estivesse, como já percebeu, o receituário do país da bota a multiplicar-se pela cidade como cogumelos. Num Cais do Sodré onde as novidades não abrandam, e à pinha num começo de semana como se fosse quinta ou sexta, quem chega sem reserva pode baralhar o serviço ao super anfitrião Mário no novo Fratelli Brutti, ainda a aquecer os motores. Com detalhes ainda por afinar, a progressão destes Fratelli tem tudo para ser mais segura.

Até há pouco tempo aqui funcionava o Cav 86 — um dos sócios do anterior projeto co-lidera agora esta nova página. A Bruno Contreras, com raízes maternas em Bari, Puglia, e uma carreira em Itália, juntam-se ainda Abdul Baaghil e Mitzie Lau, uma “italiana renascida” com ligação a Roma e a Porto Cervo, cenário do seu “chiosco” numa das praias da Costa Esmeralda — foi Mitzie que ajudou a reforçar a coleção de discos de vinil nas paredes, em particular o contingente formado por nomes como Lucio Dala ou Raffaela Carrà, e que dividem atenções com Ella Fizgerald, NWA ou Muddy Waters. Para picar de entrada, há azeitonas marinadas com alecrim e laranįa, ou Arancini de carne, queiįo e pimenta. Nos Antipasti, Tomate cherry assado, mozzarela, manįericão, ou Salada de Courgette e Pistácio. Ao menu juntam-se clássicos como a lasanha (12 euros) ou a carbonara (14 euros), quatro pizzas à escolha (Margherita 10,50 euros; 4 Formaggi, 13 euros; Lardo & Arugula, 14 euros; e Marinara, 12 euros), e principais como a Vaca “robespierre”, rúcula, tomate cherry, parmesão, molho verde; ou o Filete de peixe com tomate, alho, limão, salsa, anchovas. Para rematar tiramisu ou pavlova para partilhar. E para regar, birra e vinho, incluindo a copo.

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