Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Continuaremos a acompanhar os principais desenvolvimentos relativos à pandemia do novo coronavírus aqui:

    Covid-19. Alemanha com mais de dois mil novos casos, o número mais alto desde abril

  • Brasil soma 1.054 mortes e 30.355 casos nas últimas 24 horas

    O Brasil somou 1.054 mortes e 30.355 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 113.358 óbitos e 3.532.330 infetados, informou hoje o Ministério da Saúde.

    De acordo com a tutela, 374 das 1.504 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas só foram incorporadas nos dados de hoje, após confirmação da causa de óbito.

    Além de ser o segundo país do mundo mais afetado pela pandemia, apenas atrás dos Estados Unidos da América, o Brasil é também a segunda nação com maior número de pacientes recuperados (2.670.755), sendo que 748.217 infetados continuam sob acompanhamento médico.

    Em território brasileiro, o foco da pandemia encontra-se em São Paulo, o estado mais rico e populoso do país, com cerca de 46 milhões de habitantes, que concentra oficialmente 735.960 pessoas diagnosticadas com Covid-19 e 28.155 vítimas mortais.

  • AHRESP contra discrepâncias horárias dos estabelecimentos

    A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) “discorda vivamente” das discrepâncias horárias dos estabelecimentos na Área Metropolitana de Lisboa, defendendo que cafés e restaurantes devem acompanhar o regime dos restaurantes.

    A AHRESP discorda vivamente da existência destas discrepâncias horárias que em nada beneficiam e ajuda o funcionamento dos estabelecimentos que, encontrando-se limitados no exercício da sua atividade, cumprindo todas as regras e orientações para evitar a contaminação e propagação da Covid-19, continuam a ser altamente prejudicados”, notou, em comunicado, a associação.

    Por outro lado, a AHRESP reiterou que os horários dos cafés e similares devem acompanhar o regime definido para os restaurantes.

    Em causa está a resolução do Conselho de Ministros n.º 63-A/2020 de 14 de agosto, que estabelece, entre outros pontos, que as câmaras municipais podem alterar os horários de funcionamento dos estabelecimentos, “mediante parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança”.

    Criada em 1896, a AHRESP é uma associação de defesa e representação das empresas de restauração, hotéis, cantinas, pastelarias, padarias, casinos, discotecas, indústria e comércio alimentar, parques de campismo e alojamento local, entre outras.

    A AHRESP conta com cerca de 25 mil associados registados.

  • Angola regista mais um morto e 24 novos casos positivos

    Angola registou 24 novas infeções pelo novo coronavírus e mais um óbito, de uma mulher angolana de 84 anos, além da recuperação de 62 pessoas, informou hoje o secretário para a Saúde Pública.De acordo com Franco Mufinda, no balanço da pandemia de Covid-19 em Angola, o país totaliza agora 2.068 casos, 94 óbitos, 804 dados como recuperados e 1.170 ativos, que espelha uma desaceleração dos casos ativos.Dos novos casos, sete foram registados no município do Soyo, província do Zaire, seis na província de Cabinda, um em Caxito, província do Bengo, e os restantes em Luanda, capital do país.O grupo de infetados é composto por 17 homens e sete mulheres, com idades entre os 12 e 57 anos.

  • Madeira regista dois novos casos, total de infeções ativas sobe para 33

    A Madeira registou hoje mais dois casos positivos de Covid-19, elevando para 33 o número de infeções ativas no arquipélago, indicou o Instituto de Administração da Saúde (IASAÚDE), assinalando também que foram identificadas três situações suspeitas.

    “São agora 33 os casos ativos, dos quais 32 são casos importados identificados no contexto das atividades de vigilância implementadas no Aeroporto da Madeira”, refere a entidade em comunicado, adiantando que há apenas um caso de transmissão local.

    Três das pessoas infetadas estão internadas no Hospital Central do Funchal, uma das quais nos cuidados intensivos da unidade dedicada à Covid-19, e as restantes cumprem isolamento numa unidade hoteleira e em alojamento próprio.

    Os casos identificados hoje são de dois viajantes não residentes, que testaram positivo no rastreio efetuado no aeroporto.

    O arquipélago registou até ao dia de hoje 140 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, o primeiro dos quais foi sinalizado em 16 de março.

  • Ministério Público abre investigação a surto de Mora

    O Ministério Público abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do surto de Mora. A notícia é avançada pela TVI, que cita fonte da Procuradoria-Geral da República. O inquérito será dirigido pelo Ministério Público do DIAP de Évora.Em nota da PGR, lê-se que “o inquérito tem por objeto uma situação concreta relacionada com o surto de Mora, no âmbito do qual não deixarão de ser investigados todos os factos que chegarem ao conhecimento do Ministério Público e que sejam suscetíveis de integrarem a prática de crime”.Esta sexta-feira o número de casos em Mora subiu em quatro, chegando assim a um total de 56 contágios. Entre estes, inclui-se o presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís Simão.Dos casos resultantes de Mora, quatro encontram-se neste momento nos cuidados intensivos do Hospital do Espírito Santo de Évora e um quinto está também naquele hospita, mas na enfermaria.

  • Com os hospitais à beira do colapso entre a Covid-19 e a explosão, o Líbano volta ao confinamento

    Em resposta ao colapso dos hospitais, que lutam para dar resposta à dupla tragédia da pandemia e da Covid-19 no Líbano, o Governo iniciou esta sexta-feira um novo período de confinamento de 17 dias. Mas nem todos estão a respeitar a nova ordem. Leia mais aqui:

    Com os hospitais à beira do colapso entre a Covid-19 e a explosão, o Líbano volta ao confinamento

  • Crianças a partir dos 12 anos devem usar máscara tal como os adultos, defende OMS

    As crianças a partir dos 12 anos devem usar máscara nas mesmas condições que os adultos para se protegerem da infeção da Covid-19, segundo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) hoje divulgadas.

    O uso de máscara é recomendado a partir desta idade em particular quando não é possível garantir o distanciamento físico de pelo menos um metro e se a transmissão da doença se generalizou numa determinada zona.

    De acordo com as recomendações, os menores até aos cinco anos não devem ser obrigados a usar máscara, tendo em conta “a segurança e o interesse global da criança” e “a sua capacidade em utilizar uma máscara corretamente com uma assistência mínima”.

    Para as crianças entre os 6 e os 11 anos, a OMS aconselha o uso de máscara em linha com diversos fatores, como os níveis de transmissão da infeção na zona onde residem e a sua capacidade em utilizá-la corretamente e com toda a segurança.

    Outros fatores a considerar são o acesso que as crianças têm às máscaras, a possibilidade que possuem de as lavar ou substituir, por exemplo nas escolas, a supervisão adequada por parte de um adulto, os eventuais impactos na aprendizagem e no desenvolvimento psicossocial e o relacionamento com pessoas expostas a um risco acrescido de doença grave, como os idosos.

    O uso de máscara não é obrigatório para as crianças que tenham perturbações no seu desenvolvimento, deficiências ou outros problemas de saúde, devendo a avaliação ser feita caso a caso.

    As crianças ficam isentas de usar máscara quando praticam desporto ou uma atividade física como correr, saltar ou brincar num parque infantil.

    As máscaras, quando o seu uso é aconselhado, podem ser de tecido se a criança for saudável, mas o adulto terá de se certificar que a mesma tem o tamanho adequado e que cobre suficientemente o nariz, a boca e o queixo.

    As recomendações da OMS para o uso de máscaras nas crianças resultam de informação reunida por um grupo de trabalho da organização formado por peritos internacionais.

  • São Tomé e Príncipe regista quatro novos casos em 48 horas

    São Tomé e Príncipe registou nas últimas 48 horas quatro novos casos de Covid-19, totalizando agora 891 infeções, disse esta sexta-feira a porta-voz do Ministério da Saúde, Isabel dos Santos.

    Estes quatro novos casos resultam de 49 testes realizados nos últimos dois dias, sendo que na quinta-feira registou-se um caso e hoje três novas infeções.

    Os dados foram avançados pela porta-voz do Ministério da Saúde na atualização do boletim diário sobre o novo coronavírus.

    De acordo com a mesma fonte, um paciente foi internado hoje no hospital de campanha e 45 outros encontram-se em isolamento domiciliar.

    Um total de 830 pessoas infetadas com Covid-19 são consideradas recuperadas, mantendo-se em 15 o número de óbitos registados até agora no país.

  • Cabo Verde com mais 44 infetados nas últimas 24 horas

    Cabo Verde registou mais 44 novos infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total acumulado no arquipélago, desde 19 de março, a 3.412 casos da doença, revelou o Ministério da Saúde.

    Em comunicado, o ministério referiu que os laboratórios de virologia processaram desde quinta-feira 351 amostras, das quais 30 deram resultado positivo para o novo coronavírus no concelho da Praia, capital do país.

    Foram ainda consideradas recuperadas da doença 36 pessoas nas últimas 24 horas.

    Cabo Verde passa assim a contar com um acumulado de 3.412 casos da doença desde 19 de março, quando foi diagnosticado o primeiro doente com Covid-19, distribuídos por oito das nove ilhas habitadas, e 37 mortos.

    Desse total, 875 casos permanecem ativos e 2.498 foram dados como recuperados, enquanto dois cidadãos estrangeiros infetados foram transferidos para os países de origem, segundo os dados do Ministério da Saúde.

  • Noventa pescadores em confinamento e dez infetados em Vila do Conde e Póvoa de Varzim

    A Associação Pró Maior Segurança dos Homens do Mar (APMSHM) divulgou, hoje, que subiu para 90 o número de pescadores da Póvoa de Varzim e Vila do Conde que estão a cumprir confinamento devido à pandemia de Covid-19.

    Desse grupo, a associação tem registo de que dez pescadores locais estão infetados com o novo coronavírus, sendo que os restantes testaram negativo, mas têm de cumprir quarentena por terem tido contacto com os que contrariam o vírus.

    Devido a esta situação, são já cinco as embarcações que estão paradas, por não terem tripulantes disponíveis para fazer a sua atividade piscatória.

    A situação é preocupante, mas ainda não é de alarme social. Temos de resolver o problema à nascença para evitar uma desgraça. É preciso fazer mais testes, mas Autoridades de Saúde não tem ligado aos pescadores”, disse José Festas, líder da APMSHM.

    O dirigente deu conta de que, além da situação dos pescadores infetados com Covid-19, há também casos ativos nos estaleiros de Vila do Conde e, eventualmente, em famílias da zona de Caxinas, revelando que ainda hoje foram testadas quatro mulheres que manuseavam o peixe em terra.

    Devíamos testar cerca de 3 mil pessoas desta comunidade piscatória de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, entre pescadores e familiares. Por enquanto, estão cinco barcos, mas não podemos esperar que esse número chegue aos 50. Os impactos económicos já são muito fortes”, sugeriu José Festas.

    O líder associativo continua a defender que os pescadores que testaram negativo, mas por lei são obrigados a ficar em confinamento, poderiam trabalhar, desde que as Autoridades de Saúde aprovassem um plano de contingência sugerido pela APMSHM.

    O dirigente lamenta “a falta de atenção” das autoridades de Saúde para estas sugestões da associação, e espera que “o Delegado de Saúde da Póvoa de Varzim e Vila do Conde peça desculpa por pela forma como tem tratado os pescadores”.

    Só no concelho de Vila do Conde, o recente surto de Covid-19 já infetou cerca 200 pessoas, sendo que desde o início da pandemia já se registaram 596 casos.

  • Algarve regista 770 pessoas recuperadas dos 999 casos confirmados

    No Algarve, 770 doentes com Covid-19 já recuperam da doença, num total de 999 infetados, mantendo-se ativos 210 casos, informou hoje a Proteção Civil Distrital de Faro.

    De acordo com os dados disponibilizados, até às 23h59 de 20 de agosto, quatro doentes encontravam-se internados em unidades hospitalares, nenhum em cuidados intensivos, sendo que 102 já tiveram alta hospitalar.

    Nos últimos sete dias, o número médio de novos casos rondou os sete e, neste momento, há 340 pessoas em vigilância ativa. A região contabiliza ainda 19 óbitos.

  • 41 escolas de Berlim com professores ou alunos infetados

    No dia em que a Alemanha regista 1.427 novos casos de coronavírus, em Berlim foram contabilizadas 80 novas infeções com cerca de um total de 800 casos considerados ativos e 226 óbitos.

    Só desde o início das aulas, há duas semanas, a cidade-estado já identificou pelo menos 41 escolas com professores ou alunos infetados. A informação está a ser hoje avançada pelo diário “Berliner Zeitung”, adiantando que 37 das 825 escolas de Berlim se encontram em quarentena.

  • França regista 4.586 novos casos nas últimas 24 horas

    França registou 4.586 novos casos da doença Covid-19 e 23 mortes nas últimas 24 horas, segundo as autoridades francesas.No total, desde o início da pandemia, já foram identificados 234.400 casos e 30.480 mortes em França.No dia de ontem, o país registou um dos números mais elevados depois do fim do confinamento (4771) e 12 mortos.

  • Pandemia vai durar dois anos, avisa a OMS

    A Organização Mundial de Saúde espera que a pandemia acabe em menos de dois anos. O Diretor-Geral, Tedros Adhanom, relembrou hoje que a gripe espanhola de 1918 demorou dois anos até acabar, avança a Reuters.

    “A nossa situação atual com mais tecnologia, com mais conectividade, o vírus tem mais hipóteses de se alastrar”, disse. “Ao mesmo tempo temos mais tecnologia e mais conhecimento para o parar”, concluiu

  • Reino Unido com duas mortes e 1.033 infeções reforça restrições em partes do país

    O Reino Unido registou mais duas mortes e 1.033 infeções de Covid-19 nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico, que reforçou as restrições em algumas partes do país devido ao aumento do índice de contágio.

    Na quinta-feira tinham sido registadas 16 mortes e 812 novas infeções.

    O balanço oficial acumulado de mortes de pessoas que testaram positivo passou hoje para 41.405 óbitos, e o número de infeções diagnosticadas desde o início da pandemia de covid-19 é de 323.313 casos.

    Os números sugerem que a situação está a piorar e a disseminação do vírus pode estar a aumentar em vez de diminuir, de acordo com os cientistas que aconselham o governo britânico.

    Segundo o Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências (SAGE), o índice de contágio ‘R’ do novo coronavírus continua e aumentou para entre 0,9 e 1,1, com destaque para Londres, nas regiões noroeste e sudoeste da Inglaterra.

    O Ministério da Saúde decidiu reforçar as restrições relacionadas com a pandemia de Covid-19 em várias áreas do noroeste de Inglaterra, enquanto que Birmingham, a segunda cidade mais populosa do Reino Unido, foi colocada sob vigilância devido a um surto de casos.

  • Mais 80 casos em Moçambique elevam total para 3.195

    Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 80 casos positivos de Covid-19, elevando o total para 3.195 e mantendo-se com 20 óbitos, informou hoje o Ministério da Saúde.

    Dos 80 casos hoje reportados, seis são menores de 5 anos, lê-se num comunicado distribuído à comunicação social.

    Os novos casos estão distribuídos entre as províncias de Maputo (20), Cabo Delgado (9), Tete (1), Nampula (9), Manica (1), Gaza (3) e cidade de Maputo (37).

    Os casos hoje reportados encontram-se em isolamento domiciliar. Neste momento decorre o processo de mapeamento dos seus contactos”, acrescenta o comunicado.

    Das 3.195 infeções que o país já registou, 2.961 casos são de transmissão local e 234 casos são importados.

    O Ministério da Saúde contabiliza 1.406 indivíduos (44%) totalmente recuperados, havendo também o registo de 20 óbitos.

    A cidade de Maputo possuiu o maior número de infeções ativas, com 807, seguido da província de Maputo, com 318, e Nampula, com 239, sendo que as restantes seguem com menos de 180 casos.

  • Espanha com 3.650 novos casos nas últimas 24 horas

    Espanha registou, nas últimas 24 horas, 3.650 novos casos de contágio pelo novo coronavírus e 25 mortos, segundo números do Ministério da Saúde espanhol divulgados hoje.Segundo as autoridades sanitárias espanholas, o número de contágios adicionado hoje ao total desde o início da pandemia é de 8.148, e integra registos ocorridos nos últimos dias, cuja comunicação pelas administrações de saúde é feita em dias não coincidentes.Desde o início da pandemia, o país contabiliza um total de 386.054 casos e 28.838 mortes, segundo os números hoje atualizados.Espanha regista nas últimas semanas um aumento de casos de infeção, tendo registado ontem 3.349 casos e atingido na quarta-feira o número mais elevado de novos casos desde o final de maio (3.715).

  • Itália regista novo aumento de contágios com 947 casos em 24 horas

    Itália regista hoje um novo aumento de contágios pelo novo coronavírus, ao contabilizar 947 novos casos nas últimas 24 horas, mais 102 em comparação com o dia de ontem, que já tinha sido o número mais alto desde meados de maio, de acordo com dados do Ministéria da Saúde italiano.O país contabiliza ainda nove vítimas mortais, mais três em relação ao dia de ontem.As regiões mais afetadas são a Lombardia (174), Lazio (137) e Veneto (116).No total, registam-se 257.065 infetados no país desde o início da pandemia, e 35.427 mortes.

  • Estabelecimentos comerciais de Odivelas continuam a encerrar às 20h

    Os estabelecimentos de comércio e de prestação de serviços do concelho de Odivelas vão continuar a funcionar entre as 10h e as 20h por indicação das autoridades de Saúde, disse hoje à Lusa fonte da Câmara Municipal.

    Em Odivelas, os horários serão mantidos em virtude do parecer emitido pela Autoridade Local de Saúde”, disse à agência Lusa fonte desta autarquia do distrito de Lisboa.

    Na semana passada, o Conselho de Ministros decidiu atribuir aos presidentes de câmara dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se mantém em estado de contingência devido à pandemia de Covid-19, a permissão de alteração dos horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais.

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