Olá

832kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Porta-voz israelita: má comunicação foi "epicentro do erro" que levou a ataque a ONG. "É preciso afinar sistema e reconstruir confiança" - como aconteceu

Israel permitirá aumento da quantidade de ajuda proveniente da Jordânia. O exército israelita assumiu o erro no ataque a comboio humanitário e castigou os responsáveis pela operação.

i

MOHAMMED SABER/EPA

MOHAMMED SABER/EPA

Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Este liveblog fica por aqui. Pode acompanhar todas as notícias da guerra entre Israel e o Hamas neste novo artigo em direto.

    Corpo de refém do Hamas levado para Israel, após ter sido assassinado em cativeiro

    Fique connosco.

  • Membros do Congresso dos Estados Unidos lançaram ultimato de Biden a Israel: "Não há condições"

    Os membros do Congresso dos Estados Unidos disseram nas últimas horas que Joe Biden lançou um ultimato a Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, durante um telefonema que decorreu na quinta-feira.

    Na rede social X (antigo Twitter), o senador John Fetterman afirmou que na “guerra contra o Hamas não há condições para Israel” e reiterou que o Presidente norte-americano “parece condicionar o apoio à forma como Israel muda de rumo”.

    Já o deputado Tom Cole afirmou ter notado “um discurso ofensivo” de Chuck Sumer, líder da maioria no Senado, em março, e acrescentou que “muitos democratas têm um sério problema anti-Israel”.

    Cole apelidou o ultimato de Biden a Netanyahu de “inaceitável” e reafirmou que “as recentes ações e declarações de Schumer e de Biden em relação a Israel são ultrajantes e inadequadas”.

    Por sua vez, a deputada Ann Wagner garantiu que “Joe Biden está prestes a abandonar Israel da mesma forma que abandonou o Afeganistão”.

    “Ele está a ceder aos simpatizantes do Hamas que assumiram o controlo do Partido Democrata e desistiram do nosso aliado mais forte no Oriente Médio. O seu anúncio poderá desestabilizar a região e encorajar o Irão, e é apenas mais uma prova da sua fraqueza no cenário mundial”, completou.

  • EUA acreditam em ataque significativo do Irão na próxima semana. País está em alerta máximo, assume alto responsável à CNN

    Os EUA acreditam que o Irão irá responder, durante a próxima semana, ao ataque israelita de segunda-feira em Damasco. À CNN, um alto responsável da administração norte-americana assumiu que Washington se está a preparar para um ataque “significativo” e que o país está “em alerta máximo”.

    Segundo a mesma fonte, também Israel está convicto que um ataque do regime de Teerão é “inevitável”. Os dois países estão a preparar-se para vários cenários, admitindo que bens e pessoal norte-americano e israelita correm o risco de ser atacados.

    Ainda esta sexta-feira, o governo do Irão avisou numa mensagem escrita os Estados Unidos para não se deixarem arrastar para a “armadilha” de Israel, da qual poderão sair afetados.

    A tensão entre o Irão e Israel — e os EUA, por serem aliados de Telavive — aumentaram após o assassinato de guardas revolucionários em Damasco, entre os quais estão o chefe da Força Quds na Síria e no Líbano, o brigadeiro-general Mohamed Reza Zahedi, e o seu segundo-comandante, o brigadeiro-general Mohamed Hadi Haj Rahimi.

  • Amnistia Internacional considera insuficiente abertura de ajuda humanitária em Gaza

    A Amnistia Internacional (AI) considerou hoje insuficiente a abertura do porto de Ashdod e da passagem de Erez para aumentar a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza e pediu a Israel “todas as rotas disponíveis imediatamente”.

    “Embora a abertura de rotas para a ajuda humanitária entrar no norte de Gaza seja absolutamente necessária, o anúncio de Israel está muito atrasado e continua a ser lamentavelmente insuficiente, dados os níveis catastróficos de fome em Gaza”, afirmou em comunicado a diretora regional da AI para o Médio Oriente e Norte de África, Heba Morayef.

    Neste sentido, apelou às autoridades israelitas para que aumentem o acesso da ajuda humanitária através das passagens do sul da Faixa de Gaza, onde apenas “uma parte” do total dos fornecimentos foi autorizada a entrar.

  • Guterres: "Respeito pela lei humanitária internacional está em farrapos"

    Para António Guterres, nos seis meses de conflito após os ataques do Hamas de 7 de novembro, “o respeito pela lei humanitária internacional está em farrapos”. Em declarações transmitidas por vídeo, para marcar os seis meses do atual conflito, o secretário-geral das Nações Unidas voltou a pedir um cessar-fogo imediato que páre também “a perda total de fé nos standards e regras globais”.

    No vídeo, Guterres condena o ataque do Hamas, falando num dia de “dor para Israel e o mundo”, e a resposta de Israel, que provocou mortes “incompreensíveis e totalmente evitáveis” de civis.

    “As crianças em Gaza estão a morrer por falta de comida e água”, cita o The Washington Post. “O respeito pela lei humanitária internacional está em farrapos”.

  • Nova ronda de negociações para cessar-fogo acontece este fim de semana no Egito

    Está a ser preparada uma nova ronda de conversações para chegar a um cessar-fogo em Gaza, e que vai acontecer no Egito durante este fim de semana, anunciou a Casa Branca, citada pela Reuters.

    Os Estados Unidos confimaram que vão enviar uma delegação, liderada pelo diretor da CIA, Bill Burns. A ideia é tentar assegurar finalmente um acordo para um cessar-fogo de seis semanas, para libertar os reféns doentes e mais velhos do Hamas.

    Aos jornalistas, o conselheiro para as comunicações de Segurança Nacional, John Kirby, defendeu que se chegue a um cessar-fogo de várias semanas para que “seja mais fácil cumprir os compromissos quanto ao aumento da ajuda humanitária”.

  • Biden diz que Netanyahu cumpre compromisso sobre ajuda humanitária em Gaza

    O Presidente dos EUA, Joe Biden, disse hoje que o Governo de Israel está a executar as medidas por si solicitadas relativamente ao aumento da entrega de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

    Questionado antes de embarcar no helicóptero presidencial rumo à cidade de Baltimore, sobre se tinha ameaçado interromper a entrega de ajuda militar a Israel durante a conversa telefónica que teve com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, Biden limitou-se a responder que tinha pedido a Israel que “fizessem o que estão a fazer”, reconhecendo que o seu apelo foi atendido.

  • Ministério da Justiça israelita investiga ataque de hackers contra a guerra em Gaza

    O Ministério da Justiça de Israel está a investigar um “ciber incidente” que envolve hackers que são ativistas contra a guerra em Gaza. A notícia, avançada por vários meios internacionais, surge depois de esses ativistas (um grupo chamado Anonymous for Justice reivindicou o ataque) terem garantido que conseguiram entrar nos servidores do ministério e recolher informação que estava lá alojada.

    O ministério disse na rede social X que tem “peritos” a analisar o incidente e as suas “implicações” desde esta manhã. Levará “tempo” a analisar o conteúdo e alcance dos documentos roubados, garantiu.

  • ONU defende “pressão diplomática e económica” para travar violações humanitárias em Gaza

    O Escritório da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) defendeu hoje que todos os Estados-membros “podem e devem” usar a sua influência, “através de pressão diplomática e económica”, para travar violações do direito humanitário internacional em Gaza.

    Numa reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) sobre a situação em Gaza, o diretor da Divisão de Coordenação do OCHA, Ramesh Rajasingham, sugeriu aos Estados-membros da ONU, além da pressão diplomática e económica, que condicionem as exportações de armas ao cumprimento das regras de guerra e à cooperação no combate à impunidade.

    Referindo-se ao enorme impacto desta guerra junto do trabalho humanitário, com mais de 220 trabalhadores humanitários mortos e destes 179 funcionários da ONU, Rajasingham chamou atenção para o recente ataque à organização World Central Kitchen, que esta semana viu sete dos seus membros mortos num ataque israelita.

  • BE propõe voto de pesar pela morte de sete trabalhadores de ONG em Gaza

    O BE apresentou hoje no parlamento português um projeto de voto de pesar pela morte de sete trabalhadores da organização humanitária World Central Kitchen na sequência de um ataque das forças israelitas na Faixa de Gaza das forças israelitas.

    “A 1 de abril de 2024, sete trabalhadores da organização humanitária World Central Kitchen foram assassinados pelas forças armadas israelitas em Gaza, conforme já reconhecido pelo Governo do Estado de Israel. Estas pessoas encontravam-se em missão humanitária de preparação e distribuição de refeições em Gaza onde está em curso um genocídio”, pode ler-se no texto a que agência Lusa teve acesso.

    Segundo o projeto de voto de pesar dos bloquistas, “os sete elementos da organização humanitária faziam parte de um grupo que viajava em três veículos blindados, devidamente assinalados com o logótipo da organização, numa viagem que ocorreu após a coordenação dessa deslocação com o exército israelita”.

    “Nem isso impediu que tivessem sido vítimas de um ataque aéreo mortal”, condena.

  • Representante palestiniano: ser da Palestina é "suficiente para ser morto", Israel vê trabalhadores humanitários como "alvos legítimos"

    O representante da Palestina nas Nações Unidas, Riyad Mansour, foi ao Conselho de Segurança da ONU defender que ser palestiniano é “suficiente para ser morto” por Israel.

    De acordo com as citações da Al-Jazeera, Mansour acusou Israel de “executar sumariamente” pessoas no hospital de Al-Shifa, e de prender e torturar até “feridos, doentes e médicos, sem sentir necesidade de dar grandes explicações ou provas”.

    E disse que o ataque que vitimou sete trabalhadores de uma ONG, e que Israel disse ter sido resultado de um erro de comunicação, não foi um “incidente isolado” e que essa é a realidade palestiniana. Mansour prosseguiu defendendo que para Israel não só a população inteira de Gaza, mas também aqueles que ajudam os palestinianos são “alvos legítimos” e “danos colaterais”.

    E criticou a medida adotada por Israel, demitindo dois responsáveis militares e repreendendo outros dois: “Isso é o castigo por crimes de guerra?”.

  • "Israel está a levar o conflito mais a sério"

    A pressão internacional aumenta, mas Netanyahu “sabe não poder ceder”. Bruno Cardoso Reis não está confiante com um cessar-fogo: “Só acredito quando vir um acordo assinado”.

    Ouça aqui o novo episódio de “Guerra na Terra Santa” da Rádio Observador.

    “Israel está a levar o conflito mais a sério”

  • Porta-voz israelita: má comunicação foi "epicentro do erro" que levou a ataque a ONG. "É preciso afinar sistema e reconstruir confiança"

    Um dos porta-vozes do exército de Israel, o tenente-coronel Peter Lerner, disse em entrevista à Sky News a comunicação foi o “epicentro do erro” que levou ao ataque de Israel contra um comboio humanitário, matando sete trabalhadores de uma ONG (a World Central Kitchen).

    As tropas que estavam no terreno, disse, “não souberam do facto de que os veículos da WCK estariam lá”, garantiu. “A comunicação não chegou a quem devia ter recebido essa informação”.

    A culpa não foi da ONG, assegurou também: “Eles fizeram o que tinham de fazer”. A mensagem é que “não chegou” ao terreno, disse, lembrando que dois responsáveis israelitas já foram demitidos e outros dois repreendidos na sequência do ataque.

    Como era de noite, prosseguiu, os militares israelitas não conseguiram ver os logótipos da WCK no cimo dos seus veículos, e os sistemas de “garantias” que o exército costuma implementar quando estão envolvidas estruturas humanitárias não aconteceram.

    À Sky News, o responsável israelita disse ainda que em primeiro lugar Israel tentará “afinar o sistema” para que os esforços humanitários possam continuar, para que a coordenação “melhore” e para que “a confiança seja reconstruída” com as instituições humanitárias, o que será um “grande desafio”.

    “Queremos que a WCK volte, falámos com eles durante os últimos dias intensivamente”, explicou na mesma entrevista.

  • Responsável do Irão diz que país avisou EUA para evitar "armadilha" de Israel: "Mantenham-se longe para não saírem magoados"

    O Irão dirigiu uma “mensagem escrita” aos Estados Unidos em que avisa o país de que não deve deixar-se “arrastar” na “armadilha de [Benjamin] Netanyahu para os Estados Unidos”: “Mantenham-se longe para não saírem magoados”, escreveu o conselheiro presidencial iraniano Mohammad Jamshidi nas redes sociais.

    Segundo o mesmo responsável, os Estados Unidos terão respondido avisando o Irão de que não deve atacar “estruturas norte-americanas”. Mas não há comentários oficiais, até ver, dos Estados Unidos sobre o assunto.

    Como lembra a Lusa, Jamshidi referia-se à morte de sete guardas revolucionários no ataque desta semana ao consulado em Damasco, que Israel não reivindicou, mas que o Irão diz ser sua responsabilidade.

  • Líder do Hezbollah diz que vingança do Irão por ataque a consulado será "inevitável"

    O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, veio esta sexta-feira dizer que a “retaliação” do Irão pelo ataque ao seu consulado em Damasco, que matou sete elementos da Guarda da Revolução iraniana, será “inevitável”.

    Apesar de Israel não ter reivindicado o ataque, o Irão tem culpado o país pelo incidente. Agora, o grupo armado libanês vem avisar que “podem ter a certeza” de que essa resposta será inevitável, num discurso televisivo citado pela Al-Jazeera.

  • EUA estão a avaliar relatório de Israel sobre ataque a ONG. "É muito importante que esteja a assumir responsabilidade total", diz Blinken

    Os Estados Unidos estão a avaliar “cuidadosamente” o relatório preliminar de Israel sobre o ataque a um comboio humanitário, garantiu esta sexta-feira o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

    Segundo a Al-Jazeera, que cita declarações do responsável norte-americano em Bruxelas, Blinken defendeu que é “muito importante que Israel esteja a assumir responsabilidade total por este incidente” e que “pareça estar a agir para responsabilizar os responsáveis”. “Ainda mais importante é que estejam a ser dados passos para futuro, para garantir que algo deste género nunca voltará a acontecer”.

    Israel decidiu demitir dois comandantes responsáveis pela operação, assumindo o erro e dizendo que acreditavam que dois membros do Hamas viajariam naquele comboio. Mas a ONG World Central Kitchen, de que faziam parte os trabalhadores humanitários mortos, diz que só “mudanças sistémicas” impedirão que a situação se repita.

  • Guterres “profundamente perturbado” com uso de Inteligência Artificial em ataques a Gaza

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou-se hoje “profundamente perturbado” com os relatos do uso de Inteligência Artificial (IA) nos ataques israelitas em Gaza, resultando num elevado nível de vítimas civis, e defendeu “mudanças significativas no terreno”.

    Em declarações à imprensa, em Nova Iorque, para assinalar os seis meses de guerra entre Israel e o grupo islamita palestiniano Hamas, Guterres frisou que “nenhuma parte das decisões de vida ou morte, que afetam famílias inteiras, deve ser delegada ao cálculo frio de algoritmos”, uma situação que se tem verificado em áreas residenciais densamente povoadas.

    “Há muitos anos que alerto sobre os perigos de transformar a IA em armas e de reduzir o papel essencial da agência humana. A IA deve ser usada como uma força do bem para beneficiar o mundo, não contribuir para travar uma guerra a nível industrial, desfocando a responsabilização”, declarou o secretário-geral.

  • Guterres diz que ONU não tem informação sobre abertura da passagem de Erez e defende uma "mudança de paradigma" no conflito

    António Guterres afirma que a ONU não tem conhecimento das medidas que serão anunciadas relativamente à abertura da passagem de Erez, anunciadas esta sexta-feira por Israel.

    “Não basta ter medidas dispersas, é preciso uma mudança de paradigma. Vamos ver se ela vem e depois disso vamos [avaliar a situação]”, defendeu o secretário-geral das Nações Unidas, citado pela Aljazeera.

    Em resposta à decisão de Israel de, demitir os dois comandantes ligados ao assassinato dos trabalhadores humanitários do World Central Kitchen, Guterres disse que não basta “saber se foram cometidos alguns erros e quem os cometeu”, mas que Israel tem de mudar um sistema que permite que tais incidentes aconteçam “repetidamente”.

    Na sua página no X, o secretário-geral das Nações Unidas lembra que, este domingo, “faz seis meses que o Hamas lançou abomináveis ataques terroristas em Israel”, lamentando as mortes das 1.200 pessoas, “incluindo muitas mulheres e crianças, mortas a sangue frio”.

  • Ministra alemã dos Negócios Estrangeiros diz que Israel não tem "mais desculpas" para atrasar a entrada de ajuda em Gaza

    Israel não tem “mais desculpas” para atrasar a entrada de ajuda em Gaza, segundo a ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock, que utilizou a rede social X para partilhar a mensagem esta sexta-feira.

    “As pessoas em Gaza precisam de toda a ajuda agora… Esperemos que o governo israelita implemente os seus anúncios rapidamente”, escreveu ainda.

  • ONG exige investigação independente à morte de trabalhadores humanitários pelas forças israelitas

    A ONG World Central Kitchen (WCK), de que faziam parte os trabalhadores humanitários mortos pelo exército israelita, diz que só com “mudanças sistémicas” é que será possível impedir novos erros militares como aquele que resultou na morte dos seus trabalhadores.

    “Sem mudanças sistémicas, haverá mais falhas militares, mais desculpas e mais famílias de luto”, diz a organização num comunicado citado pelo The Guardian.

    “Exigimos a criação de uma comissão independente para investigar as mortes dos nossos colegas da WCK”, diz ainda o comunicado, acrescentando que o exército israelita não pode “investigar credivelmente as suas próprias falhas em Gaza”.

    Ainda assim, a WCK assume que o facto de as forças israelitas terem assumido o erro e terem já imposto penas disciplinares aos envolvidos — incluindo com a demissão de dois comandantes — já é um “importante passo em frente”.

1 de 2

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Apoie o jornalismo. Leia sem limites. Verão 2024.  
Assine um ano por 79,20€ 44€
Apoie o jornalismo. Leia sem limites.
Este verão, mergulhe no jornalismo independente com uma oferta especial Assine um ano por 79,20€ 44€
Ver ofertas Oferta limitada