Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia! Obrigado por ter acompanhado este liveblog. Pode acompanhar aqui as notícias referentes à pandemia deste domingo:

    Marcelo Rebelo de Sousa acredita em confinamento “muito, muito, muito rigoroso”

  • Fatura do Natal: comparação dos números dos vários países mostra que quem não confinou piorou

    Comparação entre países que confinaram no Natal não deixa dúvidas. No Reino Unido e Irlanda os números dispararam, mas o crescimento de casos é maior em Portugal. E as mortes são mais do que no Brasil

    Fatura do Natal: comparação dos números dos vários países mostra que quem não confinou piorou

  • Secretário da Saúde lamenta “agressão física” a enfermeiro em Ponta Delgada

    O secretário regional da Saúde dos Açores lamentou este sábado a “agressão física” a um enfermeiro afeto ao centro de testagem para despiste da Covid-19 em Ponta Delgada, salientando a atuação “célere e eficaz” da polícia, que deteve o presumível agressor.

    A PSP anunciou ter detido na quarta-feira, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, um homem de 31 anos pelo crime de desobediência, por ter “recusado identificar-se”.

    De acordo com o Comando Regional da PSP, o homem é suspeito da “prática do crime de ofensas à integridade física contra a equipa do Centro de Testes Covid-19” a funcionar no parque de estacionamento do Centro de Saúde de Ponta Delgada.

    Numa nota enviada às redações, o secretário regional da Saúde e Desporto mostra-se “solidário com o profissional de saúde em questão e com todos os que neste período difícil dão o seu melhor em favor da causa pública”.

  • França regista o número mais baixo de mortes por Covid-19 desde outubro

    As autoridades de saúde francesas registaram mais 168 mortos por Covid-19 e 20.177 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. É o número mais baixo de vítimas mortais da Covid-19 desde 25 de outubro.

    O número mais alto de casos registados num só dia em França foi 88.790 notificados a 7 de novembro. O número mais alto de óbitos pertence à primeira vaga da doença (1.437 a 15 de abril), mas o dia mais negro dos últimos tempos foi o 13 de novembro, com 932 mortes.

  • Cabo Verde com 79 infetados após máximo diário de amostras

    As autoridades sanitárias cabo-verdianas diagnosticaram 79 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, a partir de um número recorde de 1.117 amostras, elevando para 12.316 os casos acumulados, segundo dados divulgados este sábado pelo Ministério da Saúde.

    Em comunicado, o ministério referiu que os laboratórios de virologia do arquipélago processaram 1.117 amostras desde sexta-feira — o valor mais alto diário —, com o concelho da Praia, capital do país, a confirmar mais 18 infetados (em 360 amostras), elevando para 125 o número de casos ativos atualmente.

  • Moçambique regista novo máximo de casos e mortes em 24 horas

    Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais seis óbitos por Covid-19 e 879 novos casos, o maior número diário de mortes e infeções já registado, anunciou o Ministério da Saúde.

    Do total de óbitos anunciados este sábado, cinco pessoas são de nacionalidade moçambicana e uma é de nacionalidade sul-africana. Todas estavam internadas em unidades hospitalares da cidade de Maputo, indica um boletim de atualização de dados sobre a pandemia.

    O total de mortes em Moçambique sobe assim para 187, havendo ainda 879 novos casos, que elevam o cumulativo do país para 21.361, dos quais 21.045 casos são de transmissão local e 316 são importados.

    As autoridades de saúde anunciaram ainda que mais 42 pessoas são dadas como recuperadas, contabilizando 17.521 no total (82%). Das 3.649 pessoas ainda infetadas, a maioria está concentrada na cidade de Maputo, capital do país, com 2.209 casos ativos.

  • Covid-19: Pela primeira vez morreram mais de 15.000 pessoas num dia

    Segundo a OMS, houve também 800.000 novas infeções, um dos números diários mais elevados em mais de um ano de crise pandémica, aumentando o total global para 87,5 milhões.

    Covid-19: Pela primeira vez morreram mais de 15.000 pessoas num dia

  • Ana Gomes suspende todos os eventos de campanha até reunião do Infarmed na terça-feira

    A campanha de Ana Gomes foi suspensa devido ao “agravamento da situação sanitária”. E vai continuar suspensa até haver novos desenvolvimentos sobre a pandemia — o que vai acontecer na próxima terça-feira depois da reunião com os peritos na sede do Infarmed (na qual os candidatos presidenciais vão participar).

    Ana Gomes tinha três ações de campanha marcadas para este domingo no distrito de Setúbal (em Sesimbra, Quinta do Conde e Barreiro), mas foi tudo cancelado devido ao agravar da pandemia, informou fonte da candidatura ao Observador. “Ana Gomes vai participar reunião Infarmed terça-feira a convite do primeiro-ministro, resto da campanha suspenso”, diz a candidatura.

    O objetivo é não dar o exemplo pela negativa e participar no esforço nacional de contenção da pandemia, num fim de semana em que há recolher obrigatório em quase todos os concelhos do país às 13h e em que há proibição de circulação entre concelhos em todo o território continental.

  • Chega cancela comício com apoiantes. Será um jantar "meramente simbólico"

    O Chega anunciou que o comício que estava previsto para este sábado, em Lisboa, vai decorrer sem a presença de apoiantes, mantendo-se apenas um jantar “meramente simbólico” com os elementos da comitiva que acompanha Marine le Pen e
    os órgãos nacionais do partido.

    O partido revelou a decisão a poucas horas do início do comício e depois da reunião com o primeiro-ministro, António Costa.

  • Candidatos presidenciais na reunião do Infarmed

    Ana Gomes, Marisa Matias e Tiago Mayan Gonçalves confirmaram ao Observador que vão marcar presença virtualmente na reunião do Infarmed após o convite do primeiro-ministro.

    A campanha eleitoral arranca este domingo, dia 10 de janeiro, numa altura em que está em cima da mesa um possível confinamento. Os especialistas reúnem na terça-feira, dia 12 de janeiro, e António Costa convidou os candidatos a Belém a estarem presentes.

    Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, e André Ventura, líder partidário, já são presenças habituais na reunião do Infarmed.

  • Médico do Papa morreu de Covid-19. Líder da Igreja Católica será vacinado na próxima semana

    O médico do Papa Francisco morreu de Covid-19. Fabrizio Soccorsi, 78 anos, estava hospitalizado por doença oncológica, mas a causa da morte foi atribuída a complicações provocadas pela infeção pelo novo coronavírus. Acompanhava Jorge Mario Bergoglio desde 2015.

    O Papa Francisco, deverá ser vacinado na próxima semana. Numa entrevista ao Canale 5, o líder da Igreja Católica defendeu que “eticamente todos devem tomar a vacina”: “É uma escolha ética porque está em causa a saúde de cada um, a vida de cada um, mas também está em causa a vida dos outros”.

  • Itália perto das 500 mortes e 20 mil casos num dia

    As autoridades de saúde italianas identificaram 483 mortes por Covid-19 em 24 horas e mais 19.978 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus.

    O número de novos infetados aumentou, mas as mortes por Covid-19 diminuíram em Itália. Até agora, o dia com mais casos no país foi 13 de novembro (40.896 casos em 24 horas) e o dia com mais mortes ocorreu a 03 de dezembro (993 vítimas).

  • Mais 1.035 mortes e quase 60 mil casos no Reino Unido

    Foram registadas mais 1.035 mortes por Covid-19 e 59.937 novos casos de infeção pelo novo coronavírus no Reino Unido.

    São números mais baixos do que os anunciados na sexta-feira passada, quando as autoridades britânicas sinalizaram 1.325 mortes por Covid-19 e 68.053 novos casos, os números mais altos em 24 horas no Reino Unido.

  • Prisão de Izeda em Bragança concentra a maior parte dos 64 reclusos infetados

    O número de reclusos em Portugal infetados com o novo coronavírus atinge os 64, a maior parte dos quais no estabelecimento de Izeda, no concelho de Bragança, divulgou a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

    O primeiro caso naquela prisão foi detetado em 28 de dezembro, e “ao presente momento e em todo o estabelecimento prisional de Izeda há 45 reclusos com resultado positivo” de infeção pelo novo coronavírus repartidos por duas alas.

    Os 11 primeiros reclusos a serem contagiados estão internados nos serviços clínicos do Estabelecimento Prisional do Porto e os outros 34 continuam em Izeda, “separados e isolados da restante população prisional”, e com acompanhamento médico permanente, lê-se num comunicado daquela direção-geral.

    Os casos que não estão internados são assintomáticos, referem os Serviços Prisionais, acrescentando que um dos casos detetados em Izeda é de um trabalhador.

  • Rainha Isabel e o príncipe Filipe foram vacinados este sábado

    A rainha britânica, Isabel II, e o seu marido, o príncipe Filipe, receberam este sábado a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus, anunciou o Palácio de Buckingham.

    A monarca, de 94 anos, e o seu marido, de 99, “receberam hoje a vacina contra a covid-19”, disse um porta-voz do Palácio.

    O casal real juntou-se assim a cerca de 1,5 milhões de pessoas que já receberam a primeira dose da vacina no Reino Unido. As vacinas foram administradas no castelo de Windsor, onde a rainha e o seu marido passaram o tempo durante o confinamento no Reino Unido.

    O gabinete de comunicação da família real disse que tomou a rara iniciativa de comentar sobre a saúde da monarca para evitar imprecisões e especulações, explicando que a rainha decidira avisar que foi vacinada.

    Em 08 de dezembro, o Reino Unido tornou-se o primeiro país do mundo a iniciar uma campanha de vacinação em massa contra o novo coronavírus, com o Governo a explicar que pretendia aplicar as primeiras doses da vacina a cerca de 15 milhões de pessoas dos grupos prioritários até meados de fevereiro.

    Nos grupos prioritários incluem-se todas as pessoas com mais de 70 anos, bem como profissionais de saúde da linha de frente, residentes de lares de idosos e pessoas com doenças que as tornem vulneráveis ao vírus.

  • António Costa diz que Governo está a procurar o "maior consenso possível" nas medidas de confinamento

    O primeiro-ministro português, António Costa, salientou a necessidade de o Governo “procurar o maior consenso possível” para implementar medidas mais restritivas que tem “mesmo de tomar” contra a covid-19, porque “todos os esforços são poucos”.

    Através da rede social Twitter, o primeiro-ministro partilhou imagens da ronda de audiências com os partidos, que começaram na sexta-feira e terminaram hoje.

    “Concluímos, nesta manhã de sábado, a ronda de audições a todos os partidos políticos com assento parlamentar. Os números são preocupantes e todos os esforços são poucos para controlar a pandemia”, salienta António Costa.

    O chefe do Governo assinalou também a importância de “procurar o maior consenso possível para as medidas mais restritivas” que o Governo tem “mesmo de tomar, assentes em conhecimento científico”. “Por isso ouviremos também a posição dos especialistas em saúde pública e epidemiologistas”, acrescentou António Costa.

  • Associação dos restaurantes diz que é necessário um novo quadro de apoio a empresas e trabalhadores

    A Associação da hotelaria, restauração e similares de Portugal (AHRESP) avisa que face a novas medidas de restrição à atividade de restaurantes e cafés, é cada vez mais urgente a imediata disponibilização das medidas já anunciadas pelo Governo no passado dia 10 de dezembro, bem como será necessário um novo quadro de apoio às empresas e seus trabalhadores.

    O comunicado foi emitido em reação às declarações proferidas ontem pelo ministro da Economia em que admitiu a possibilidade dos estabelecimentos de restauração voltarem a encerrar, mantendo-se a funcionar apenas em take-away e delivery

  • Ordem dos Médicos culpa Governo e estratégia de comunicação focada nas vacinas por aumento de casos

    Ordem dos Médicos diz que decisão do Governo de aliviar restrições no Natal e estratégia de comunicação focada nas vacinas reduziu perceção do risco e levou a aumento de casos.

    Aumento de casos. Ordem dos Médicos critica Governo por alívio de restrições e estratégia de comunicação focada nas vacinas

  • Governo justifica atrasos nos apoios com "pressão sobre os serviços"

    Quanto ao atraso nos apoios às famílias e empresas, o Governo justifica com a “pressão sobre os serviços públicos” nesta pandemia. Mas assegura que “o Governo tem respondido sempre com novas medidas de apoio a economia” e que essas já permitiram, em dezembro, “pagar 140 milhões de euros às empresas”.
    Fala ainda do recurso do SNS ao setor privado, mas para dizer que isso tem sido uma hipótese aberta desde abril e que tem estado a ser usada “nos últimos meses tem existido, de forma muito abundante, muitíssimas instituições privadas e sociais que receberam doentes, mas por vezes estamos à procura de cuidados de saúde que não existem nessas instituições”. Garante, no entanto, que o Governo “usará todos os recursos à sua disposição”, nas declarações ouvidas pelo Observador com recurso ao som disponibilizado pela Antena 1.

  • Governo apela a que portugueses "tomem medidas desde já. Não é preciso estarmos à espera do decreto"

    No final das reuniões do primeiro-ministro com os partidos em São Bento falou a ministra da Presidência do Conselho de Ministros que sinalizou um “grande consenso face à necessidade de tomar novas medidas adicionais” e deixou um aviso para que as pessoas comecem o confinamento o quanto antes.

    “Sabendo o número de casos com que estamos, cada um deve tomar medidas desde já. Não é preciso estarmos à espera do decreto para sabermos que devemos proteger-nos e reduzirmos ao máximo os nossos contactos”. A ministra disse que as novas medidas serão conhecidas na quarta-feira, com o Conselho de Ministros a reunir-se “assim que a Assembleia da República aprovar o novo decreto”

    O que será feito, explicou sem detalhes a ministra Mariana Vieira da Silva “será muito próximo do que foi feito em março e abril. Não fecharemos nada que não tivesse sido fechado” nessa altura, exemplificando com o a agricultura, a indústria e a distribuição. Quanto às lojas e o comércio, a ministra explica que essas decisões ainda estão a ser tomadas, nas declarações da ministra disponibilizadas ao Observador pela Antena 1.
    Também garante que se as medidas que vão ser agora tomadas tivesse sido avançadas “há uma semana” isso teria acontecido “com base em informação incompleta”, justificando desta forma que o Governo ainda aguarde pela reunião que terá na terça-feira com os especialistas no Infarmed”.

1 de 3