O multiculturalismo promove a ideia de que todas as culturas são iguais e que não existe superioridade ou inferioridade entre elas. Isso é um grave erro. A cultura não é uma questão de opinião subjetiva; ela é um produto da história, da tradição e da experiência. Algumas culturas são mais adequadas para determinadas tarefas do que outras, e é tolice fingir o contrário. O multiculturalismo também incentiva a erosão das tradições e valores culturais. Ao promover a ideia de que todas as culturas são iguais, desencoraja as pessoas a valorizarem o seu próprio património cultural e as incentiva a adotar um cosmopolitismo superficial e sem raízes. Isso mina a própria base da diversidade cultural e ameaça criar um mundo homogéneo, sem diferenças culturais significativas.

Além disso, o multiculturalismo é frequentemente usado como ferramenta do politicamente correto e como meio de suprimir opiniões divergentes. Aqueles que ousam criticar o multiculturalismo são frequentemente rotulados como racistas, intolerantes ou insensíveis. Isso sufoca a liberdade de expressão e mina os princípios do discurso democrático. A diversidade cultural é um património valioso e precioso, mas deve ser protegida e cultivada com cuidado. A tendência atual de promover o multiculturalismo não serve a esse propósito. Pelo contrário, ameaça minar os próprios fundamentos do património cultural e criar um mundo sem diferenças culturais significativas.

Foi Christopher Dawson quem escreveu, 89 anos atrás: “Cada cultura assenta numa base de ambiente geográfico e herança racial, que condiciona as suas atividades mais elevadas. A mudança de cultura não é apenas uma mudança de pensamento; é, acima de tudo, uma mudança de vida” (Progress and Religion, 1936, p.45) As tempestades da imigração em massa ameaçam afogar o velho continente em miséria e caos. Já é sintomático de decadência, desvalorizando ainda mais o nosso património contra os bárbaros que batem às portas das nossas cidades em busca de subsídios e ganho financeiro de natureza ilícita, vindos de África e, especialmente, do Médio Oriente. Não é racista afirmar que certas ordens culturais são de uma categoria inferior, especialmente uma que é paradoxalmente tão licenciosa quanto o islão, onde a dignidade das mulheres é vituperada – toco neste aspeto mais adiante.

No Hadith, Al Bukhari, vol. 1 nº 25, Maomé perguntou a Alá qual era a segunda questão mais importante em todo o islão. Alá responde “O ato de jihad”. O Jihad constitui também o sexto pilar do Islão.

O islão hoje lançou uma guerra por um estado totalitário global contra o ocidente, convertendo à força e assassinando todos os ‘infiéis’. Não quero implicar que todos os muçulmanos são terroristas voluntários, mas eles aceitam (alguns por ignorância) esta doutrina sangrenta. Não obstante, não há extremistas dentro do islão, pois o islão é extremista.

Contrasta isto com 2 Coríntios 3:17 ‘Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade’, consistente com os princípios do Cristianismo Libertário. No Antigo Testamento, Êxodo 21:16 é muito claro em relação à escravatura, algo contrário ao Princípio da Não Agressão: ‘Quem raptar outra pessoa e a vender ou a tiver em sua posse quando for apanhado, será condenado à morte’.

Entretanto, aqueles que seguem os princípios islâmicos escravizam e estavam a escravizar negros e brancos muito antes de as potências coloniais europeias chegarem a África. Maomé possuía escravos, cujos nomes foram registados pelos cronistas, e a Lei Sharia tem regulamentos sobre a escravatura.

Por exemplo, um escravo perde o seu direito natural de ser ouvido num tribunal de justiça; as escravas também foram/são sexualmente exploradas, sem consentimento, também sem direito à propriedade privada. Isto é lei e por norma, uma religião coletivista não tão diferente do comunismo.

Quem mais odeia a propriedade privada? Os socialistas. Por isso eles alegremente colaboram e celebraram a diversidade, o “multiculturalismo”. O Bloco/PS falam em igualdade das mulheres sem condenarem as sociedades puritanas e políticas discriminatórias do Médio Oriente.

Da minha parte, é missão de um homem viril proteger as mulheres portuguesas (e todas do ocidente) contra a horda do Leste em curso. É a nossa missão proteger todos contra as ameaças coletivistas.