Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

No rescaldo das eleições, emergiu e revelou-se, agora no seu esplendor total, um “novo” partido.

Um partido sem estratégia.
Um partido sem agenda.
Um partido sem ideias.
Um partido sem propostas.
Um partido sem projecto.
Um partido sem pessoas novas.
Um partido sem discurso.
Um partido sem rasgo.
Um partido sem credibilidade.
Um partido até sem cães e gatos.
E por tudo isto um partido sem votos.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.