Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Falar de sustentabilidade é falar de transparência. Pelo menos é o que se quer. Numa altura em que tanto se fala de greenwashing, ou seja, da comunicação de falsos produtos eco-friendly, há mecanismos que estão a tornar o engodo cada vez mais difícil. A declaração ambiental do produto é um dos principais instrumentos para garantir um controle do impacto ambiental dos produtos que são colocados no mercado. Neste episódio do "Aliados do Futuro", powered by Aliados Consulting e Observador Lab, falamos sobre este e outros mecanismos. Temos conosco o João Pedro Pinto, o co-CEO da Aliados Consulting, também partner. João, obrigada por estar conosco novamente. E também o João Morais Crespim, Head of Corporate ESG do Grupo Casais, uma das maiores empresas nacionais de construção civil. Outro João, portanto, hoje vai ser complicado, vamos ter que dizer os apelidos também para vos diferenciar. Bem-vindos. João Morais Crespim, começo por si, porque é importante também para quem nos está a ouvir, ter um contexto do nosso tema. O que é exatamente isto da declaração ambiental, o que é que nela tem de constar e quem é que fiscaliza tudo isto para saber se esta informação está ou não correta?
Antes de mais, muito obrigado pelo convite para participarmos no podcast. Respondendo à pergunta, a declaração ambiental do produto, ou DAP, como normalmente se diz, é um documento que é normalizado e quantifica o desempenho ambiental do produto de construção ao longo do seu ciclo de vida. Isto é calculado por uma avaliação de ciclo de vida e depois ainda é verificado por entidades independentes antes de ser publicado. Naquela perspectiva de transparência, não é simplesmente uma alegação que o fabricante diz sobre si próprio, dizer que os seus produtos são muito sustentáveis.
Isto é muito fácil, não é?
Exato. Isto é uma informação muito mais estruturada e segue regras comuns, é sujeita a uma verificação externa e isso é que distingue aquilo que poderia ser um título de marketing ou um rótulo verde.
E, neste caso, o que é que diferencia aqui da pegada carbónica do produto? Porque nós, quando pensamos neste conceito, à partida pensamos na produção, no impacto que o produto tem no início, mas na verdade é algo muito maior, muito mais extenso.
É muito mais extenso, é verdade. Aqui temos de falar sobre os conceitos do carbono incorporado e o operacional. E a pegada do produto não é só do fabrico, vai desde o início da cadeia de valor até ao fim da vida. É aquilo que tipicamente se chama cradle to grave ou da extração até ao fim de vida. Há várias formas para dizer cradle to grave, umas mais simpáticas do que outras. E isto inclui a extração das matérias-primas, a produção, o transporte, a incorporação na obra, e depois também a manutenção e as substituições necessárias ao longo de décadas e finalmente o fim de vida com a demolição ou a reutilização, melhor ainda, ou a reciclagem. Aqui vale a pena manter em mente que há dois tipos de carbono que se fala. Um é o operacional, que é a energia que o edifício consome para aquecer ou arrefecer e iluminar o edifício, a casa. E depois também existe o carbono incorporado, que é o que está preso nos materiais. E se pensarmos que à medida que a eletricidade fica mais limpa e os edifícios são mais eficientes, o carbono operacional desce, então aquele carbono, que é o incorporado e que nomeadamente verta as DAPs, passa a pesar cada vez mais na conta total. E só para dar uns números muito simples, é pensar que antigamente se falava que tínhamos cerca de 80% do carbono em fase operacional e apenas 20% na fase de construção. Hoje em dia já estamos nos 50/50 e se todos os consumos de um edifício forem elétricos, e nesta visão de descarbonização total da rede, vamos chegar a um carbono zero operacional e portanto o foco cada vez mais efetivamente está no carbono dos produtos e na fase de construção.
Já vamos perceber como é que estes conceitos, e vamos aprofundar esta questão, como é que vocês trabalham tudo isto na Casais também. Mas João Pedro Pinto, por que a pegada carbónica do produto, a declaração ambiental, estão a ganhar tanta importância?
Porque o mercado está a exigir mais transparência, mais comparabilidade, quer seja por haver cada vez mais diretivas e regulamentos, como é o caso do regulamento europeu para os produtos de construção. E seja por via dos clientes, seja por via da regulamentação, seja por via de investidores, financiadores, consumidores, todos eles cada vez mais querem saber qual é o impacto de um produto. E portanto, a pegada carbónica, permitindo medir as emissões associadas ao produto, e a DAP, por sua vez, permitindo comunicar um desempenho ambiental de forma mais estruturada, torna o produto e o processo produtivo mais claros. Transforma-se as tais alegações em dados concretos e isto torna a sustentabilidade mais objetiva e menos dependente de mensagens mais comerciais.
Certo, do tal marketing, para evitar casos de greenwashing. O João Pedro Pinto falava aqui de um conceito muito interessante, importante, diria João Crespim, que é a questão da transparência. Isto é um valor primordial em qualquer setor, mas falando aqui concretamente do setor da construção, como é que vocês também têm trabalhado tudo isto internamente?
Sim, obrigado. Concordo completamente. Transparência já é incontornável, mas temos aqui de pensar na transparência a sério. E isso significa que não é inundar o mercado de informação. Temos de pensar em publicar informação que seja, por um lado, verificável e por outro também que seja comparável. Se não tivermos aqui nenhumas regras comuns, acabamos por estar só a gerar ruído e aquilo que mencionou ainda há pouco, passa a ser uma forma de greenwashing, que é o inundar de dados, alegando transparência, mas depois, na realidade, a verdade está escondida ali algures. E portanto, o que a Casais fez no sentido da transparência, foi antecipar a convergência com a diretiva europeia, que é a CSRD, e publicámos um relatório integrado com as normas europeias, que são as ESRS. Aqui há muito jargão, mas nos preocupámos em fazer a chamada análise dupla materialidade. Basicamente o que fizemos foi olhar tanto para o impacto que a empresa tem no mundo, mas também no impacto que os temas da sustentabilidade têm no negócio. A nossa perspetiva é uma transparência com a coerência que traduz tanto aquilo que nós fazemos, de facto, o que fazemos, e mostrar que faz parte de uma estratégia que é coerente para a descarbonização e também da melhoria da qualidade de vida de quem utiliza os edifícios que estamos a construir.
João, mas vamos a exemplos mais concretos. Já falámos aqui da questão dos relatórios, da informação, tudo mais, mas exemplos concretos daquilo que estão a fazer na Casais para tornar os processos e os consumos mais sustentáveis.
Sim, aí tenho que falar necessariamente na nossa aposta na construção industrializada ou feita em fábrica. Aqui o que estamos a falar é da produção de componentes em ambiente controlado e depois montarmos em obra. E isto é tanto verdade no nosso sistema híbrido madeira betão, que é estrutural do edifício, e depois também soluções técnicas e para interior com outras empresas do grupo, como a Bluefab, que têm todos os interiores das casas de banho industrializadas e outras soluções de canalização e energia prefabricados. Por que o lado da industrialização ligada à sustentabilidade? Nós, para fazer a avaliação comparativa, pedimos ao INEGI, da Faculdade de Engenharia do Porto, um estudo que comparasse este sistema industrializado com o tradicional. E o que verificámos, efetivamente, é que através da industrialização e deste sistema construtivo, estamos a reduzir o betão cerca de um terço, do aço cerca de 40% e conseguimos introduzir mais materiais reciclados nos próprios produtos. E depois com o fabrico em fábrica, vemos também que temos muito menos resíduos, construção e demolição em obra, nomeadamente porque parte da construção passa para a fábrica, mas mesmo em fábrica não temos praticamente resíduos, porque podemos reaproveitá-los. E depois, no fim de vida deste sistema todo, permite-nos ainda recuperar cerca de 70% dos módulos e reintegrar noutros edifícios. O que isto significa é que em vez de eu estar a demolir um edifício, eu posso desmontá-lo e reutilizar esses mesmos módulos. E depois, acho que também o que é importante salientar é que já não estamos a falar propriamente de uma estratégia que está no papel. Nós já construímos mais de 10 edifícios em Portugal e até já exportámos um edifício para Madrid, que é claramente uma coisa que não se ouve todos os dias.
Fez não.
Fabricámo-lo em Portugal e montámo-lo em Madrid.
Imagina a logística envolvida em tudo isso, não é, João, para fazer o transporte para Madrid.
É até uma coisa curiosa, que é exatamente do ponto de vista do transporte, aquilo que nós verificámos, e nós fizemos as contas, mesmo por causa da questão da sustentabilidade, de estar a transportar o edifício e as peças para Madrid. Mas aquilo que verificámos é que de acordo com o mesmo estudo do INEGI, estamos a falar de uma redução da pegada carbónica do edifício em cerca de 60%, incluindo o carbono biogênico. E quando estamos a falar deste transporte que ocupou para Madrid, perdemos, entre aspas, gastámos cerca de cinco pontos percentuais. Portanto, é verdade, tivemos alguns custos ambientais com o transporte. Ainda assim, ficámos com um edifício largamente mais eficiente do ponto de vista ambiental do que uma construção tradicional feita no local.
Muito curioso essa questão de todas essas contas. Já vamos perceber também, porque vocês operam em vários países, qual é a realidade que encontram e o que perspetivam também na vossa atuação noutros países. Mas João Pedro Pinto, que relação é que existe entre a pegada do produto, esta declaração ambiental do produto e o passaporte digital do produto? São muitos conceitos. Como é que tudo isso se relaciona?
No fundo, são instrumentos diferentes, mas muito ligados. Ou seja, a pegada de produto mede impactos, em particular emissões de carbono, ao longo daquilo que é o ciclo de vida desse produto. Uma DAP, por sua vez, comunica informação ambiental de forma estruturada e comparável. O passaporte em si, o passaporte digital do produto, pode funcionar como um meio digital onde parte dessa informação fica organizada, fica acessível e fica ligada ao produto até o seu fim de vida. Portanto, todos caminham na mesma direção, mais dados, mais rastreabilidade, mais transparência e melhor capacidade de decisão para as empresas, para clientes e também para consumidores.
Isto, enfim, são muitos dados, é uma exigência grande também para as empresas, portanto, uma empresa que nunca mediu a pegada ambiental do produto, por exemplo, qual é normalmente a maior dificuldade que encontra?
Geralmente é a recolha e a qualidade dos dados. A metodologia é importante, mas o principal desafio é conseguir informação fiável sobre materiais, quantidades, consumos, processos, transportes, etc. No fundo, parte desta informação nem sequer depende integralmente dessa própria empresa, depende da sua cadeia de valor. Para além de que algumas das empresas não têm estes dados organizados por produto, portanto, campo está disperso Em diferentes departamentos, seja nas compras, na produção, na logística, qualidade, etc. Portanto, geralmente o primeiro passo nem sequer é calcular, é estruturar dados. E depois dos dados estruturados, mapeando o processo, o produto, aí sim, partir para o cálculo de uma forma estruturada.
Claro que sim. João Morais Cuspim, voltamos então a falar aqui um bocadinho dos mercados onde vocês atuam, vocês estão em vários países, encontram naturalmente realidades muito diferentes. As coisas não andam todas ao mesmo ritmo, portanto, como é que vocês se adaptam?
Exato. De facto, estamos em vários mercados e temos mais de 7000 colaboradores e aquilo que nós procuramos sempre é garantir consistência nos valores e depois também a flexibilidade na execução. O que queremos dizer com isto? Nós queremos ter os mesmos princípios, sempre, mas depois temos que reconhecer e adaptar as práticas a cada realidade. Vou dar só um exemplo: a gestão de resíduos tem uma abordagem ao nível do projeto, exatamente porque os sistemas de suporte e a maturidade regulatória variam muito de país para país. E não é possível aplicar a mesma receita que temos em Portugal em um mercado onde simplesmente não existe a infraestrutura de reciclagem, por exemplo. Não há dúvida que na Europa a regulação ambiental está muito mais madura e é cada vez mais exigente. Outros mercados onde o grupo opera, de facto, acabam por estar aqui noutro ponto da curva de evolução. Consegue-se perceber bem a vantagem, novamente, da ideia do modelo industrializado, na perspectiva de ser exportável, porque acabamos por conseguir garantir um padrão de qualidade diferente. Mas no que diz respeito às operações na obra, em cada um dos países, estas têm de seguir naturalmente a infraestrutura que também exista. E essa adaptabilidade é absolutamente essencial.
Claro, vocês também enfrentam essa dificuldade. Imagino que acompanhar tudo em cada um dos países exige flexibilidade. Isso é possível também pela vossa dimensão. Para uma empresa mais pequena, possivelmente seria bastante mais complicado. Mas falando aqui da questão da pegada carbônica, estamos a falar do ponto de vista da empresa. Do ponto de vista dos consumidores, isto tem um papel importante também nesta equação? Ou seja, vocês notam também que os consumidores estão cada vez mais exigentes também no vosso setor em relação àquilo que vocês apresentam?
Sim, nós vemos que os consumidores estão mais exigentes, mas também é preciso perceber que, de facto, no setor da construção, raramente é o consumidor final-
Que exige
...que é o motor da mudança. Exatamente. Portanto, quem move de facto aqui a agulha acaba por ser a regulação e na União Europeia já se aprovou a obrigatoriedade das edificações divulgaram, nomeadamente, o potencial de aquecimento global ao longo de todo o seu ciclo de vida. Mas depois também temos aqui outros elementos que também mexem a agulha, como a contratação pública, por exemplo, e obviamente os promotores e os projetistas. Nós compreendemos e concordamos que o consumidor tem um papel a frase, mas não seria muito honesto estar a dizer que hoje é o grande acelerador destes motivos. De facto, temos de reconhecer que está a ser puxada principalmente pela questão regulatória e pela estratégia também interna das empresas, porque obviamente também existem elementos de sustentabilidade na duração da própria empresa, se tiver a fazer elementos mais sustentáveis. Não perde a sua licença social para operar, digamos assim. Mas o consumidor pode reforçar essa direção, nomeadamente exigindo informação verificada, mas ainda não é, de facto, quem mexe a agulha principal no mercado.
João Pedro Pinto, falando ainda da questão das empresas que exportam, dos exportadores, desta competitividade, a transparência ambiental é um fator, de facto, diferenciador nesta questão também?
Sim, é fator crucial em alguns casos, em alguns mercados geograficamente mais sensíveis ou que pelo menos valorizam mais este tema. E temos várias empresas exportadoras precisamente a exportar, passe a redundância, para esses mercados. No fundo, onde existem grandes compradores, obras de referência, no caso da construção, cada vez mais os requisitos ambientais são um elemento analisado e diferenciado. Ou seja, é importante que conseguir para uma empresa apresentar dados robustos sobre pegada, desempenho ambiental, origem dos materiais ou reciclabilidade, pode ser um fator de seleção em alguns destes mercados, como, por exemplo, os nórdicos. Não quer dizer que substitua o preço, a qualidade ou até os prazos, mas no fundo é mais um elemento para análise e para comparação, e pode ser o elemento decisivo quando o cliente compara fornecedores, que nas outras variáveis estão num patamar similar. No setor da construção, já começa a aparecer, por exemplo, o indicador da pegada de carbono por metro quadrado. Eventualmente, no futuro, poderá ser um desses indicadores. E nesse caso, aí depois, claro, fica ao critério dos consumidores valorizar ou não este tema. Mas o que é certo é que para se chegar a algo deste gênero, é necessário que toda a cadeia de valor, e a cadeia de valor do setor da construção é bastante extensa, se prepare, agrupe estes dados e possa comunicá-los ao mercado.
Na vossa experiência, vocês lidam com muitas empresas, as empresas procuram este tema por obrigação, por exigência dos clientes, por visão estratégica, pelas três coisas? Não sei.
É pelas três coisas, claramente. Sendo que a maior parte das empresas ainda chegam por pressão regulatória direta ou indireta, porque pode aplicar-se a si, pode aplicar aos seus clientes, e os seus clientes exigem isso. E portanto, neste momento, é aquilo que nós vemos maioritariamente. Mas também há empresas que chegam a este tema por visão estratégica, porque percebem que de alguma forma isto vai influenciar o posicionamento no seu mercado e a própria inovação. Portanto, diria que neste momento a pressão externa ainda é o principal gatilho, mas que as empresas começam cada vez mais a estar despertas e a considerar este tema de forma mais estratégica. Nós, particularmente, temos o exemplo na testbed que lideramos, a GreenTech Lab, em que tivemos bastante mais dificuldade em angariar pilotos quando este tema era desconhecido, há dois anos. No fundo, esta pressão regulatória, este regulamento era desconhecido para a maioria. Depois, sensivelmente aqui há cerca de um ano, este começou a ser um tema bastante mais falado entre as empresas. No fundo, o próprio regulamento passou, por algum motivo, a disseminar-se pelos vários setores de atividade e a partir daí sentimos muito mais facilidade em angariar pilotos, ou seja, empresas a querer aproveitar para implementar o passaporte digital do produto, num dos seus produtos, para exatamente experienciarem o tema e poderem depois no futuro replicar para os outros produtos. Ou seja, é uma prova de que, de facto, quando as empresas tiveram conhecimento deste regulamento, acabaram por procurar experimentar. E agora temos alguns anos de caminho, dependendo depois dos setores, naturalmente, mas onde isto será uma nova realidade e que será claramente um game changer. Ou seja, as empresas terão aqui uma nova forma de comunicar os seus produtos, e não só por via da sustentabilidade. Portanto, será claramente um game changer e portanto acredito que cada vez mais vá despertar a atenção das empresas por via de quererem estar competitivas no mercado.
Muito bem, há setores que estão mais à frente, o da construção é um deles e portanto, João Morais Crespo, já falámos aqui desta questão das soluções que vocês apresentam, da montagem e desmontagem mais simples, a solução industrializada, mas perspetivando aqui, e muito rapidamente, porque não temos muito tempo, perspetivando aqui os próximos anos, quais são os desafios que a Casais vai enfrentar e o que é que já andam a preparar para os enfrentar de forma mais fácil?
Na esfera da construção, existem dois temas convergentes complexos. Um é efetivamente a falta de habitação, que nós sentimos em Portugal e todos vemos, nomeadamente nos preços. Por outro lado, existe também a questão da falta de mão de obra. Há uma perda significativa de trabalhadores desde a fase da década de 2008, por aí, até agora perdemos quase 50% do número de trabalhadores e, portanto, efetivamente precisamos de construir, mas não podemos construir da mesma maneira que construíamos até então. Precisamos aqui de uma alternativa. Portanto, o nosso desafio principal é criar um ecossistema de construção que efetivamente consiga dar resposta às necessidades sociais que vemos e fazê-lo de tal maneira a não hipotecar o futuro.
Claro, que seja mais rápido, mas ao mesmo tempo seja também eficaz a nível ambiental.
Claro, não podemos hipotecar o futuro.
Muito bem, João Morais Crespo é Head of Corporate ESG do Grupo Casais, o João Pedro Pinto é Partner e também Co-CEO da Aliados Consulting, que estiveram conosco neste episódio. Obrigada aos dois. Episódio do Aliados do Futuro, powered by Aliados Consulting e Observador Lab, é desenvolvido no âmbito da testbed da GreenTech Lab, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência da União Europeia.