Numa pequena tribuna popular, usando megafone, os organizadores do protesto, que no facebook, foram expondo aquilo que consideram ser uma “intervenção ilegítima”.

Vitor Lima, um dos organizadores e economista reformado, criticou que seja usado dinheiro do Estado para resgatar o banco, lembrando que na semana em que se disponibilizaram 4 mil milhões de euros para capitalizar o Novo Banco (que resultou da cisão do BES) foi retirado o complemento social a milhares de idosos.

Enquanto fazia a sua intervenção, o economista reformado era ladeado por uma faixa dizendo “a divida de hoje e o roubo de ontem pela classe dominante” e um cartaz onde se podia ler “BES – corrupção sistémica”.

Já a professora Isabel Pires, outra das organizadoras do protesto, explicou que o objetivo é que esta iniciativa não seja um protesto casual, mas que se criem grupos de trabalho para fazer mais reflexões e reparar novas intervenções.