Dois jornalistas do Charlie Hebdo rejeitaram eventuais semelhanças entre o atentado ao jornal satírico francês e o ataque ocorrido no domingo visando um concurso de caricaturas de Maomé no Texas (EUA).

“Não há qualquer comparação possível”, realçou Jean-Baptiste Thoret, crítico de cinema do Charlie Hebdo, que escapou ao atentado de janeiro porque chegou atrasado ao trabalho, em declarações ao jornalista Charlie Rose da televisão norte-americana PBS, segundo uma transcrição da entrevista divulgada na segunda-feira.

Dois homens armados foram abatidos no domingo pela polícia de Garland, nos subúrbios de Dallas, quando se aproximaram de carro do Curtis Culwell Center, onde decorria um concurso de caricaturas do profeta Maomé, abrindo fogo.