Eleições Legislativas

Sondagem. Se as legislativas fossem hoje, PS não alcançava maioria absoluta

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Os incêndios retiraram popularidade a António Costa: se as eleições fossem hoje, o PS ganharia as legislativas, mas sem maioria absoluta. À esquerda houve ligeiras quedas, à direita pequenos ganhos.

MÁRIO CRUZ/LUSA

A última sondagem do Correio da Manhã/Aximage confirma a tendência dos últimos dois meses: o PS cai, mais uma vez, nas intenções de voto. O Partido Socialista caiu 1,1 pontos percentuais relativamente à última sondagem e não ganharia as legislativas com maioria absoluta.

A sondagem foi feita entre 14 e 17 de outubro — precisamente o intervalo de tempo em que ocorreram os incêndios um pouco por todo o país, que resultaram até agora em 44 mortos.

Em setembro, o PS passou dos 44% para os 43% . Em outubro volta a cair, para 41,9% das intenções de voto — o que equivale a uma decsida de 2,1 pontos percentuais do verão para o outono. Já o PSD, subiu, mas não muito: apenas 0,9 pontos percentuais (de 22,9% para 23, 8%) — relembre-se que Pedro Passos Coelho anunciou a 3 de outubro a sua decisão de se não recandidatar à presidência do partido. Quem também subiu — mas ainda menos — foi o CDS de Assunção Cristas, que cresce de 5,2% para 5,9%.

À esquerda só houve descidas, mas muito ténues: tanto o Bloco de Esquerda como a CDU perderam 0,1 pontos percentuais. O Bloco desceu de 9,1% para 9% e a CDU ficou nos 7,7%, ficando ambos os partidos com votações acima do CDS.

O mesmo inquérito conclui que a maioria das pessoas (48,1%) considera que a governação de António Costa está melhor do que o esperado, enquanto que 42% consideram que essa governação está “igual ao esperado”.

Relativamente aos líderes partidários, Assunção Cristas é quem mais cresce nessa avaliação e dispara de 7,2 para 10,5, aproximando-se de Catarina Martins, líder do Bloco, com 11,2 pontos — numa escala de 0 a 20. Costa lidera também esta avaliação com 13,3 pontos. Passos Coelho tem nota negativa com 5,2.

A mesma sondagem avaliou a atuação de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República. A maioria dos inquiridos (87%) considera que a atuação de Marcelo está “bem” e apenas 6% considera essa atuação má.

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