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A cimeira histórica de Donald Trump com Kim Jong-un, os primeiros líderes dos EUA e da Coreia do Norte a encontrarem-se cara a cara, decorreu sem imprevistos nem solavancos. À hora marcada, os dois líderes estavam a assinar o acordo que resultou da cimeira de Singapura.

O documento é curto e, acima de tudo, vago. No que toca ao ponto mais importante desta cimeira — a desnuclearização da península da Coreia — não são anunciados nenhuns progresso em relação à cimeira inter-coreana, do final de abril. Além disso, nenhuma das partes se compromete com prazos. Um sinal do quão vago este acordo é a total ausência de números no texto com a exceção de duas datas: a do dia da cimeira de Singapura e a de 27 de abril de 2018, quando Kim Jong-un foi recebido por Moon Jae-in no lado sul-coreano da fronteira.

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