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SEAT

Oficial. Este é o novo Seat Mii Electric

A Seat desvendou como fará a sua primeira incursão pelo mercado das zero emissões. Por dentro e por fora, eis o Mii Electric que promete um preço “equivalente ao de um veículo com motor de combustão”.

Base alemã, interpretação espanhola e produção eslovaca: o Mii Electric nasce global e assim pretende afirmar-se no mercado, acenando com o argumento do preço competitivo. Trunfo a que alia uma autonomia que mais que satisfaz as habituais necessidades citadinas

A Seat acaba de apresentar em Oslo, Noruega, o Mii Electric, o seu primeiro modelo puramente eléctrico a chegar ao mercado. O lançamento está previsto para o Outono, com a abertura das pré-reservas em Setembro, sendo que a produção vai arrancar no quarto trimestre deste ano na Eslováquia (Bratislava).

As primeiras unidades deverão começar a ser entregues aos clientes no início de 2020, com a marca a comprometer-se desde já com um custo de aquisição no mesmo patamar de um veículo com bloco térmico. Ora, como o construtor espanhol coloca a tónica na “tecnologia acessível”, somos levados a crer que o Mii Electric será barato. O Observador tentou apurar, sem sucesso, o quão “acessível” poderá ser a variante eléctrica do citadino espanhol, mas a marca não arrisca sequer um tecto máximo, adiantando apenas que os valores irão variar consoante o mercado. Por cá, neste momento, o Mii a gasolina é proposto por valores na casa dos 12.000€…

Certo é que o pequeno eléctrico espanhol, como aqui antecipámos, deita mão ao conjunto que a Skoda teve o privilégio de apresentar, no seio do Grupo Volkswagen, com o Citigoe iV. Tal como o “primo” checo, o citadino da Seat monta um motor eléctrico de 83 cv, a debitar 212 Nm de binário constante, o que o impele de 0 a 50 km/h em 3,9 segundos. Estranhar-se-á o sprint mais curto mas, tratando-se de um veículo de vocação eminentemente urbana, a bitola até faz sentido para aludir à agilidade do Mii a bateria. Esta, tal como no Citigoe iV, reclama uma capacidade de 36,8 kWh, o que permite ao Seat eléctrico percorrer até 260 km com uma carga completa, com a velocidade máxima a estar limitada aos 130 km/h. A autonomia apontada é ainda provisória, mas estimada de acordo com o ciclo de medição de consumos e emissões WLTP, o que significa que, para, já o citadino espanhol cumpre menos 5 km que o checo (265 km). Quanto à operação de recarga em nada diferem: tal como a Skoda garantiu para o Citigoe iV, também a Seat assegura que basta uma hora para que a bateria do Mii atinja 80% da capacidade num posto a 40kW, tempo que cresce para quatro horas numa wallbox de 7,2 kW. Só que enquanto o fabricante de Madlá Boleslav adianta que num ponto doméstico de 2,3 kW é preciso estar ligado à corrente 12h37, a Seat nada diz a este respeito.

Medindo 3557 mm de comprimento, 1645 mm de largura e 1478 mm de altura, o Electric pouco muda face ao Mii convencional. Naturalmente prescinde do tubo de escape, mas de resto são muito discretas as alterações introduzidas, só se percebendo a natureza desta proposta pela inscrição Electric em diferentes partes da carroçaria e pelas novas jantes em liga-leve.

Por dentro, os 2420 mm da distância entre eixos deixam antever uma boa habitabilidade para quatro ocupantes, que podem acomodar lá atrás 250 litros de carga ou até 923 litros mediante o rebatimento dos bancos. Em linha com o exterior, também no interior não há modificações de grande monta, excepção feita para o painel de instrumentos actualizado e para o logótipo Mii Electric.

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