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Casa Branca: Trump "continua otimista" em acordo comercial com a China

Este artigo tem mais de 1 ano

Na sua rede social, o Presidente dos EUA disse que a política aduaneira está a "funcionar realmente bem". "É emocionante para a América e para o mundo. Está a avançar rapidamente", escreveu.

epa11926045 US President Donald Trump attends a cabinet meeting at the White House in Washington, DC, USA, 26 February 2025.  EPA/AL DRAGO / POOL
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▲As duas potências estão envolvidas numa escalada do duelo comercial iniciado pelo Presidente norte-americano com as tarifas impostas aos produtos chineses

AL DRAGO / POOL/EPA

▲As duas potências estão envolvidas numa escalada do duelo comercial iniciado pelo Presidente norte-americano com as tarifas impostas aos produtos chineses

AL DRAGO / POOL/EPA

Acompanhe aqui o nosso liveblog sobre as tarifas dos Estados Unidos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, “continua otimista” quando à possibilidade de um acordo comercial com a China, afirmou esta sexta-feira a Casa Branca.

“O Presidente deixou claro que está muito aberto à questão de um acordo com a China”, disse a porta-voz da presidência norte-americana, Karoline Leavitt, em conferência de imprensa, sem avançar os motivos do otimismo de Trump.

As duas potências estão envolvidas numa escalada do duelo comercial iniciado pelo Presidente norte-americano com as tarifas impostas aos produtos chineses.

Antes, Trump afirmou na sua rede social, Truth Social, que a política aduaneira está a “funcionar realmente bem”.

“A nossa política de direitos aduaneiros está a funcionar realmente bem. É emocionante para a América e para o mundo. Está a avançar rapidamente”, escreveu, depois de a China ter anunciado o aumento para 125% das taxas aduaneiras aos produtos norte-americanos e depois de os Estados Unidos terem decidido aplicar um total de 145% aos produtos chineses.

Esta declaração de Trump surge numa altura em que a moeda, a dívida e as ações norte-americanas estão sob ataque nos mercados, num contexto de escalada de tensão comercial com a China.

A Organização Mundial do Comércio disse prever que esta situação possa causar uma quebra de 3% no comércio mundial.

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