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"Escumalha". Trump insulta Joe Biden e juízes no Dia da Memória

Este artigo tem mais de 1 ano

Trump disse que Biden era "escumalha", acusando-o de destruir o país com políticas de esquerda e fronteiras abertas e classificou juízes como "monstros que querem que país vá para o inferno".

epa12137259 US President Donald J. Trump speaks at the National Memorial Day Observance at Arlington National Cemetery in Arlington, Virginia, USA, 26 May 2025. In a social media post on 25 May, President Trump said Russian President Vladimir Putin ‘has gone absolutely crazy’ after Russia launched a massive drone attack against Ukraine.  EPA/JIM LO SCALZO
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▲O Dia da Memória ("Memorial Day") é dedicado aos soldados norte-americanos mortos em serviço

JIM LO SCALZO/EPA

▲O Dia da Memória ("Memorial Day") é dedicado aos soldados norte-americanos mortos em serviço

JIM LO SCALZO/EPA

O Presidente norte-americano, Donald Trump, lançou insultos ao seu antecessor e aos juízes no Dia da Memória nos Estados Unidos, cuja cerimónia aproveitou para se elogiar a si próprio juntamente com os militares mortos em serviço.

Num dia feriado (“Memorial Day”) por tradição tratado solenemente pelos Presidentes norte-americanos, Trump recorreu segunda-feira às redes sociais para atacar o seu antecessor, Joe Biden, a quem se referiu como “escumalha” que passou os últimos quatro anos a tentar destruir o país com esquerdismo radical e fronteiras abertas.

Noutra publicação, chamou os juízes federais que bloquearam suas iniciativas de deportação de “monstros que querem que país vá para o inferno”.

E apesar de o Dia da Memória ser dedicado aos soldados norte-americanos mortos em serviço, e por isso solene e sombrio, Trump publicou uma outra mensagem nas redes sociais a desejar a todos um “FELIZ DIA DA MEMÓRIA!”, e outra a informar da hora a que faria a sua intervenção no Cemitério Nacional de Arlington, desejando que todos “desfrutassem”.

Em Arlington, junto à capital Washington, D.C., Trump gabou os “grandes, grandes guerreiros” ali sepultados – perto de 400 mil – e também a si próprio, por estar a “consertar [o país] depois de longos e difíceis quatro anos”.

“Saudamos [os soldados mortos] na sua glória eterna e perpétua. E continuamos a nossa busca incansável do destino da América à medida que tornamos a nossa nação mais forte, mais orgulhosa, mais livre e maior do que nunca”, afirmou Trump.

Após evocar vários exemplos individuais de militares de mérito mortos ao serviço do país, Trump voltou a um tom jocoso para referir “de certa forma”, estar “contente por ter perdido o segundo mandato” para Joe Biden, e assim poder ser Presidente durante a “grande, grande celebração” no próximo ano, do 250º aniversário dos Estados Unidos.

“Além disso, temos o Campeonato do Mundo e os Jogos Olímpicos. Conseguem imaginar? Perdi esses quatro anos. E agora vejam o que eu tenho, tenho tudo. É incrível a forma como as coisas funcionam”,afirmou.

Antes de discursar, Trump colocou uma coroa de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, uma tradição sombria para os Presidentes dos EUA.

O vice-presidente JD Vance, que discursou antes de Trump, disse que a lição de todas as lápides é ser necessária “cautela ao enviar o povo para a guerra”.

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