1231,5kWh poupados 1231,5 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Polícia britânica fecha investigação aos Kneecap e mantém aos Bob Vylan

Este artigo tem mais de 1 ano

A polícia de Somerset e Avon considerou que não há "provas suficientes para chegar a conclusão realista de condenação por qualquer delito", mas vai manter a investigação aos Bob Vylan.

epa12203138 (L-R) Kneecap’s Mo Chara and Moglai Bap perform on the West Holts stage during day four of the Glastonbury Festival at Worthy Farm near Pilton, Somerset, Britain, 28 June 2025. The Glastonbury Festival of Contemporary Performing Arts 2025 runs from 25 to 29 June 2025.  EPA/ANDY RAIN
i

▲Os Kneecap congratularam-se pelo encerramento da investigação nas redes sociais, dizendo que esta foi parte "de uma tentativa de intimidação política".

ANDY RAIN/EPA

▲Os Kneecap congratularam-se pelo encerramento da investigação nas redes sociais, dizendo que esta foi parte "de uma tentativa de intimidação política".

ANDY RAIN/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre o conflito no Médio Oriente.

A polícia britânica anunciou esta sexta-feira ter encerrado a investigação ao grupo norte-irlandês Kneecap por não haver provas suficientes de crime nos comentários anti-Israel, proferidos em junho no festival de Glastonbury, no Reino Unido.

Em comunicado, a polícia de Somerset e Avon revelou que decidiu não tomar qualquer medida contra o trio de rap pela falta de “provas suficientes para chegar a conclusão realista de condenação por qualquer delito”, mas mantém a investigação aos Bob Vylan, que também atuaram no festival.

Durante o concerto de Bob Vylan, um dos dois rappers gritou “Morte, morte ao IDF!”, sigla que significa Israel Defende Forces (Forças de Defesa de Israel), o exército israelita, e exortou a multidão a fazer o mesmo.

Os rappers do Kneecap, por sua vez, acusaram Israel de ser um Estado “criminoso de guerra” e exortaram a multidão a repetir insultos contra o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

Esta edição do festival de Glastonbury tinha sido alvo de escrutínio devido à presença dos Kneecap porque um dos três membros, Liam O’Hanna, conhecido como Mo Chara, fora acusado de “infração terrorista” por ter exibido uma bandeira do movimento xiita libanês Hezbollah durante um concerto em Londres, em 2024.

Nas redes sociais, os Kneecap congratularam-se esta sexta com o encerramento da investigação policial, dizendo que foi parte “de uma tentativa de intimidação política”.

“Demos um concerto histórico em Glastonbury (…) e qualquer pessoa que tenha visto a nossa atuação sabe que não foram infringidas quaisquer leis”, afirmaram.

No caso dos Bob Vylan, os Estados Unidos anunciaram que iriam revogar os vistos dos músicos, “tendo em vista o seu discurso de ódio em Glastonbury”, e a dupla teve alguns concertos cancelados em países como a Alemanha e o Reino Unido.

No início desta semana, a dupla Bob Vylan comunicou que já não fará a digressão com os norte-americanos Gogol Bordello, que incluía dois concertos em Portugal, em outubro.

Num comunicado, partilhado nas redes sociais, dizem que, “devido a complicações logísticas”, decidiram não fazer a primeira parte dos Gogol Bordello, na digressão europeia da banda, que inclui um concerto em Lisboa, dia 11 de outubro, no LAV-Lisboa ao Vivo, e outro no Porto, dia 12 de outubro, no HardClub.

No entanto, os Bob Vylan afirmam na publicação que atuarão na Europa “nos próximos meses, em festivais e em nome próprio”, e que “haverá anúncios de concertos em breve”.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.