O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, atribuiu, nesta segunda-feira, o acidente do elevador da Glória, que causou 16 mortos e cerca de duas dezenas de feridos, a causas técnicas e não políticas.

A reação do autarca surge na sequência do relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), que aponta, nomeadamente, falhas à Carris, à manutenção e à supervisão.

Cabo do elevador da Glória não estava certificado para transporte de pessoas. Relatório aponta falhas “acumuladas” à Carris

“Ao contrário da politização que alguns fizeram durante a campanha, este relatório reafirma que a infeliz tragédia do elevador da Glória foi derivada de causas técnicas e não políticas”, refere Carlos Moedas, numa curta declaração escrita enviada à agência Lusa.

Carlos Moedas foi reeleito presidente da Câmara Municipal de Lisboa no passado dia 12 de outubro.

A Carris já fez saber que afastou o seu diretor de manutenção e vai apontando eventuais falhas à empresa de manutenção MNTC.

Acidente da Glória. Carris afastou diretor de manutenção e admite incumprimentos da empresa contratada

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