Acompanhe aqui o nosso artigo em direto sobre os conflitos internacionais

Emmanuel Macron está “pronto para salvaguardar certas capacidades, de modo a tornar o trânsito possível” no Estreito de Ormuz, afirmou esta terça-feira à ABC News. O Presidente de França reforçou não querer “participar num confronto com qualquer país”, mas destaca esta prioridade entre críticas dirigidas a Donald Trump, momentos após um encontro com o seu homólogo norte-americano.

A abertura do estreito foi o “principal objetivo” da reunião entre Trump e Macron, que criticou a intenção do Presidente dos EUA de iniciar um conflito com o Irão. “Não considero que tentar mudar um regime através do bombardeamento seja viável. Não funciona e já cometemos este erro múltiplas vezes nas últimas décadas”, afirmou o Chefe de Estado francês, em declarações à imprensa norte-americana.

“Quando se quer envolver as pessoas, traça-se uma estratégia com elas e consulta-as antes de iniciar uma guerra. Decidimos não nos juntar a esta guerra porque considerámos, e continuo a considerar, que não é a opção certa”, disse ainda Emmanuel Macron, justificando não ter apoiado Washington no início do conflito. Mesmo assim, considera França um “bom aliado” dos Estados Unidos.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

O Presidente francês também descreve uma “discussão muito boa” com Trump sobre o conflito na Ucrânia. “Estou convencido de que o vosso Presidente tem agora uma visão realista da situação, de que a Rússia não está a cumprir o que pretendia, de que a Ucrânia está a resistir com muita coragem e criatividade, e de que temos de os ajudar”, disse à ABC News. “Não acredito quando o Presidente Putin diz que, há anos, queria a paz e que queria estabelecer a paz. Isso não é verdade. E também não acredito quando diz que não é agressivo com os europeus. Isso não é verdade”, acrescenta.