O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, excluiu esta sexta-feira a convocação de eleições legislativas antes da data prevista de 2029, contrariando especulações de alguma imprensa de que o faria para aproveitar a recuperação da popularidade do Partido Trabalhista.
Burnham deu esta sexta-feira entrevistas a vários órgãos de comunicação social e falou sobre o assunto em várias ocasiões.
“As pessoas querem que eu, novo no Governo, me dedique à tarefa de apresentar resultados, em vez de dar prioridade à política do interesse próprio, que é o que faria se convocasse eleições. Não tenciono fazê-lo”, disse ao programa ITV Calendar.
Mais tarde, numa entrevista à estação de televisão pública BBC, defendeu que os britânicos precisam é de um Governo que os una, e não de regressar a um ciclo eleitoral que gera divisão.
O chefe do executivo britânico emitiu estas declarações antes do congresso anual do Partido Trabalhista, que começa no sábado em Liverpool e no qual a formação definirá as diretrizes da sua ação política.
Há alguma expectativa em torno do evento, por se tratar do primeiro congresso com Burnham como líder do partido e do Governo.
As mais recentes sondagens divulgadas por várias entidades especializadas em estudos de opinião apontam para dois fenómenos: um aumento da popularidade trabalhista após o desastre provocado pelo anterior primeiro-ministro, Keir Starmer, e um certo “esvaziamento” do partido de extrema-direita Reform UK em benefício dos conservadores, o que o afastaria da possibilidade de formar Governo.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]