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NASA prepara-se para lançar missão de defesa espacial inédita
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NASA prepara-se para lançar missão de defesa espacial inédita

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NASA prepara-se para lançar missão de defesa espacial inédita

NASA

A "missão kamikaze" da NASA para desviar asteróides e (um dia, se for preciso) salvar a Terra

Agência espacial americana vai colidir uma nave de 308 milhões de dólares na lua de um asteróide. É a primeira experiência de defesa espacial, mas pode ser precisa daqui a 150 anos.

Um dia pode deixar de ser uma história de Hollywood. Um dia, um astrónomo vai franzir as sobrancelhas, intrigado por um ponto brilhante que apareceu repentinamente nas imagens do telescópio. Vai passar o dedo no ecrã e não, não será apenas uma poeira no ecrã do computador, nem um inseto inconveniente nos radares. Um pouco por todo o mundo, outros astrónomos estarão a deparar-se com a mesma paisagem pré-apocalíptica: um asteróide com dezenas de quilómetros de diâmetro em rota de colisão com a Terra.

O alvo, Dimorfos, é uma lua com 160 metros de comprimento que orbita o asteróide 65803 Didymos — esse sim considerado um objeto potencialmente perigoso, porque pode vir a colidir com a Terra (a sua rota em torno do Sol cruza com a da Terra) e provocar danos consideráveis no planeta.

O cenário é tão realista que a agência espacial norte-americana investiu 324,5 milhões de dólares para colidir uma nave espacial (que custou 95% desse valor, 308 milhões de dólares) num corpo celeste que nem sequer representa uma ameaça para a Terra, só para testar se esta tecnologia de defesa espacial funciona mesmo. O alvo, Dimorfos, é uma lua com 160 metros de comprimento que orbita o asteróide 65803 Didymos — esse, sim, considerado um objeto potencialmente perigoso, porque pode vir a colidir com a Terra (a sua rota em torno do Sol cruza com a da Terra) e provocar danos consideráveis no planeta.

DART, acrónimo de “Double Asteroid Redirection Test”, partiu da Terra em novembro de 2021 e viaja pelo espaço a quase 24 mil quilómetros por hora. Não tem mais nada a bordo além de uma câmara de alta resolução, que também funciona como bússola, e um pequeno satélite da Agência Espacial Italiana que será libertado na quinta-feira — cinco dias antes do impacto — para observar a colisão. Na noite de segunda para terça-feira, quando se estiver a aproximar da pequena Dimorfos, nada a desacelerará: às 00h17 de 27 de setembro, vai embater contra contra o alvo a seis quilómetros por segundo e fica assim cumprida a missão desta milionária nave espacial. O momento será gravado por um pequeno satélite italiano, que transmitirá as imagens do impacto e da nuvem de poeiras para a Terra. Em 2024, uma missão da Agência Espacial Europeia seguirá novamente para Dimorfos para estudar o que aconteceu à lua depois da colisão.

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