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Imagine um cenário em tudo semelhante ao dos Óscares: pessoas bem vestidas, jornalistas de todos os cantos do mundo, prémios e uma grande festa. Substituindo atrizes e atores por cozinheiras e cozinheiros, chega-se ao cenário típico das grandes galas do The World’s 50 Best Restaurants (W50BR), a entidade que há vários anos anuncia aqueles que, para os seus avaliadores, são os melhores restaurantes do mundo. Essa listagem será atualizada na grande gala desta terça-feira, 19 de junho, em Bilbao, — cerimónia que o Observador acompanhará in loco — e foi a propósito disso que surgiu a ideia de explicar ao certo como é que tudo isto se desenvolve.

Com os depoimentos de Tiago Restani, do W50BR, e de Steve Plotnicki, o criador do novo e mais alternativo ranking Opinionated About Dining (OAD), o Observador foi tentar perceber quem é que nos diz quais são os melhores sítios do mundo para comer e como é que se chega a esse veredito.

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