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Não é golpe, nem conspiração interna. É o próprio Rui Rio quem o diz: a sua liderança depende do resultado que tiver no dia 6 de outubro. “Se o PSD tivesse um resultado baixíssimo, o que é que uma pessoa fica lá a fazer?“, questionou numa entrevista à Antena 1 esta quinta-feira. Disse ainda que seria hipócrita se dissesse que ninguém lhe está “a tentar fazer a cama”. O que é certo é que, pelos estatutos, dentro de poucos meses há eleições diretas e já há quem esteja a preparar a jogada para o pós-legislativas. Cada um com um seu estilo, são várias as figuras que tentam fazer os mínimos para ocupar o espaço que pode ficar livre depois de outubro. Uma coisa é certa: à exceção de Rio, nenhum pode enfrentar António Costa em debates quinzenais no Parlamento, pois o atual líder é o único candidato a deputado. Há outra coisa que têm em comum: todos se disponibilizaram para participar na campanha das legislativas se forem convidados. Mas afinal, que cartas têm na manga?

Rui Rio. Fica, sai ou não se recandidata?

Rui Rio não arrisca apontar uma fasquia para lá da qual o resultado eleitoral do PSD deve ser considerado inaceitável, mas tem dito várias vezes, e de várias formas, que não está agarrado ao poder e, portanto, que pode vir a sair pelo seu próprio pé caso o resultado seja desastroso. “Se o PSD tivesse um resultado baixíssimo, o que é que uma pessoa ficava lá a fazer? Em cada resultado eleitoral, seja qual for, joga-se sempre o futuro de cada líder partidário, em qualquer parte do mundo”, disse na entrevista à Antena 1, esta quinta-feira.

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