Índice

    Índice

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A Convenção Nacional do PS deu a conhecer e aprovou o programa com que o partido concorre às legislativas de 6 de outubro, destacou as medidas mais importantes, deu palco a Mário Centeno para anunciar um esforço no investimento na ordem dos 56% (é o que de mais próximo de uma quantificação aparece neste programa) e também fez desfilar os especialistas que o partido teve nos últimos meses a ultimarem o documento de 114 páginas e muitas mais promessas. Afinal também é para apresentar novas caras — sempre potenciais governantes — que servem estes encontros abertos à sociedade civil. No PS do passado aconteceu isso mesmo, tanto nos Estados Gerais de Guterres como nas Novas Fronteiras de Sócrates.

Agora, António Costa fez desfilar os seus, na apresentação do programa e também as suas promessas para os próximos quatro anos. Caso venha a ser nomeado para formar Governo, o socialista já fez saber que vai aumentar em 56% o esforço com o investimento público, vai aumentar de forma “expressiva” a função pública a partir de 2021, aliviar a carga fiscal para a classe média — já anunciado na entrevista ao Observador –, reforçar a prevenção de medidas anti-corrupção.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.