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Quem passa na rua pode, facilmente, não reparar na porta que dá acesso à clínica, no rés-do-chão (quase cave) de um edifício imponente, numa das mais movimentadas avenidas de Lisboa. A José Mendes já não passava despercebida, mas demorou algum tempo até decidir entrar. Fê-lo há seis meses. Diz que, além de ter voltado ao ginásio, perdeu peso porque pôs um balão gástrico imaginário.

Sim, “imaginário”. Não leu mal.

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