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“Se pusermos o pé dentro de uma poça de lama ou de água, só podemos pôr até à linha branca.” Gabriel aponta para a tira fluorescente, quatro dedos acima do tornozelo, bem marcada naquela espécie de fato macaco impermeável que todos os miúdos vestiram assim que entraram na Quintinha Pedagógica de Monserrate. Um de cada vez, os alunos do 1.º ano da Escola Básica da Várzea de Sintra, com idades entre os 6 e os 7 anos, explicam aos visitantes do Observador as regras da Escola da Floresta, uma Academia de Conhecimento da Gulbenkian. Ninguém entra na mata sem ser em segurança.

“Podemos pegar em paus?”, pergunta Mónica Franco, fundadora do Movimento Bloom, uma das várias organizações envolvidas na Escola da Floresta Bloom e promotora do Dia de Aulas ao Ar Livre.
“Sim!”, gritam mais de 20 crianças em uníssono.
“Pequenos, médios ou grandes?”
“Sim!”
“Desde que…”
“Estejam virados para baixo.”

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