“O que queres ser quando fores grande?” é uma pergunta que vem da infância como um pêndulo para o futuro: toda a gente quer ser tudo até perceber que algures no caminho há uma decisão a tomar. Ou porque a aptidão dita um talento ainda em bruto ou porque a descoberta é uma parte atraente da viagem. Mas se o caminho for claro – e se a dedicação for suficiente, dizem –, tudo é possível.

Luís Rita, 25 anos, comprovou-o quando venceu a edição deste ano do Top Talents Under 25 na categoria Digital, um prémio mundial de talentos que reconhece cinco jovens promessas, com idade inferior a 25 anos, em categorias como Empreendedorismo, Gestão, Digital, Sociedade, Social, Inovação, Diversidade e Educação. Foi o primeiro e único português, nas duas edições, a conseguir a distinção, devido aos dois trabalhos que apresentou: o primeiro na área da medicina computacional, o segundo na da saúde pública.

“Até aos 18 anos queria ser jogador de futebol. Depois pensei: ‘Será que existe alguma forma de conciliar aquilo que os meus pais – e eu – querem com aquilo que era o meu hobby favorito?’ Acabei por conciliar os dois: sempre gostei de Física, Biologia e Matemática, por isso é que escolhi Biomédica, e acabei por conseguir manter o hobby, passou foi a futsal a nível universitário”, conta em entrevista ao Observador. A decisão que lhe viria a mudar a vida foi tomada no dia em que fez do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, casa.

Luís Rita é um dos talentos sub-25 distinguidos na categoria digital. É o único português

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