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    Covid-19. China regista primeira morte em oito meses

  • Rússia com mais 22.850 casos e 566 mortos

    O número de novos casos de infeção pelo novo coronavírus na Rússia mantém-se estável desde 3 de janeiro. A Rússia registou mais 22.850 novos casos — um decréscimo em relação a terla-feira — e mais 566 mortes por Covid-19, um valor que também desce.

    Até agora, o pior dia da epidemia na Rússia foi o 24 de dezembro, com 635 mortes por Covid-19 e 29.935 novos casos em 24 horas.

  • Brasil regista mais 1.283 mortes e quase 62 mil novos casos

    O Brasil registou mais 1.283 mortes por Covid-19 e 61.822 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. Ambas as métricas aumentaram em relação às atualizações da última terça-feira.

    No Brasil, o pior dia em número de novos casos até agora foi 29 de julho, com 1.554 óbitos; e 07 de janeiro, onde se atingiu um novo máximo de 87.134 casos registados ao longo de 24 horas.

  • Morreu o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Oscar Scheid de Covid-19

    O arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Eusébio Oscar Scheid, um dos quatro cardeais brasileiros que participaram no conclave que elegeu o Papa Francisco, morreu hoje aos 88 anos, vítima de Covid-19, segundo fontes oficiais.

    Scheid, que foi arcebispo do Rio de Janeiro e de Florianópolis, foi diagnosticado com Covid-19 no hospital da cidade de São José dos Campos, onde estava internado em estado grave desde dezembro, após ter contraído pneumonia, e não resistiu à doença, informou a arquidiocese do Rio de Janeiro.

    O jesuíta, que fixara residência em São José dos Campos, município do estado de São Paulo do qual foi bispo, apresentava problemas de saúde desde dezembro passado, informou a arquidiocese do Rio de Janeiro num comunicado publicado na rede social Facebook.

    Scheid foi arcebispo da cidade brasileira de Florianópolis entre 1991 e 2001, ano em que se tornou arcebispo do Rio de Janeiro.

  • Evo Morales está infetado pelo novo coronavírus

    Evo Morales, ex-presidente da Bolívia, testou positivo a uma infeção pelo novo coronavírus. A rádio Kawsachun Coca indica que o político está “estável e a receber tratamento médico”.

    Numa mensagem publicada no Twitter, Evo Morales disse-se “grato a tantas pessoas que estão constantemente preocupadas” com a saúde e bem-estar do boliviano. “Graças a Deus, à Pacha e a tantas expressões de solidariedade do nosso povo, sinto-me muito bem”, assegurou.

  • Espanha regista 38.869 novos casos, um novo máximo diário

    O nível de contágios da Covid-19 continua a aumentar em Espanha num dia em que houve 38.869 novos casos notificados nas últimas 24 horas, elevando para 2.176.089 o total de infetados, segundo números do Ministério da Saúde espanhol.

    As autoridades sanitárias espanholas também contabilizaram mais 195 mortes desde quarta-feira atribuídas à Covid-19, passando o total de óbitos para 52.878.

    O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha continua a aumentar, passando de terça para quarta-feira de 454 para 493 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.

  • Jean-Marie Le Pen, patriarca da extrema direita francesa, infetado pelo SARS-Cov-2

    Jean-Marie Le Pen, 92 anos, está infetado pelo novo coronavírus. O patriarca da extrema direita francesa, pai de Marina Le Pen, confirmou que estava infetado por uma “variante relativamente benigna” do SARS-CoV-2: “Deve ser uma variante atenuada, na forma de uma gripe forte e outros sintomas, aparentemente”, disse ele à AFP.

  • Diretores de teatros europeus querem salas abertas porque a "Cultura é segura"

    Diretores de teatros de toda a Europa enviaram esta uma carta ao Parlamento Europeu, a pedir que as autoridades permitam a abertura das salas, apesar da pandemia, por poderem “garantir” o cumprimento dos protocolos de segurança.

    Os diretores artísticos dos teatros nacionais D. Maria II, em Lisboa, e S. João, no Porto, Tiago Rodrigues e Nuno Cardoso, respetivamente, contam-se entre as cerca de duas dezenas de subscritores da mensagem, intitulada “A Cultura é segura”.

    “Por mais difícil que seja a situação, seja de ataque, guerra ou pandemia, estamos prontos para trabalhar, e com segurança. Nunca consideraremos normal os teatros estarem fechados”, lê-se na carta em que a primeira subscritora é a diretora do Teatro Nacional da Catalunha (TNC), Carme Portaceli, seguida do diretor do KVS de Bruxelas, Michael de Cock.

    “Nestes tempos difíceis em que tanto ansiamos por esperança, coloriremos o mundo com a imaginação de que necessitamos para sobreviver e continuar a ser humaos”, lê-se na missiva.

    No texto, “os diretores expressam o seu desejo de que as companhias de teatro de toda a Europa possam voltar a trabalhar em breve”, e recordam a experiência ganha e que os protocolos de segurança se mantêm ativos.

    Acrescentam estarem conscientes da gravidade da situação e do “terrível impacto da covid-19 nas nossas vidas”, pelo que defendem a manutenção das regras de segurança, sem qualquer cedência ou abrandamento.

    Fazem porém um apelo a favor da cultura, “porque não somos apenas corpos”, escrevem. “Temos também outras necessidades essenciais, como manter o nosso bem-estar mental, ser compreendidos, partilhar histórias e desfrutar da beleza”.

    Citam, a propósito, o poeta espanhol Federico García Lorca que, quando interrogado sobre o que necessitava, caso tivesse fome, respondeu: “Não pediria um pão, mas sim um pão e um livro”.

    “Ele compreendeu a importância de alimentar o espírito”, sublinham os subscritores da carta.

    Não é a primeira vez na história que se encerram teatros, já que o mesmo ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial ou em consequência de ataques terroristas em várias cidades europeias, mas trataram-se sempre de “medidas excecionais”, recordam.

    “Nunca devemos encarar esta situação como algo normal”, acrescentam.

    Na opinião dos diretores dos teatros que assinam a carta, após meses de pandemia, “as pessoas estão cansadas e deprimidas e nenhum antidepressivo funciona melhor do que as pessoas estarem juntas de forma segura”.

    “Podemos assegurar que os teatros modernos estão tão bem ventilados em Bruxelas como no Porto. E a gestão de multidões em Paris e Amesterdão é tão boa como a gestão de público em Barcelona”, asseguram.

    Por isso, exigem que, no âmbito de iniciativas como a Between Lands, projeto de coprodução que envolve o TNSJ, a Opera Europa, de apoio às companhias de ópera, e a Convenção Europeia de Teatro, sejam realizadas consultas e “se desenvolva uma visão conjunta do que é cultura e o que pode significar, nestes tempos excecionalmente difíceis e históricos”.

    Entre os subscritores da carta encontram-se igualmente Fabrice Murgia, do Teatro Nacional de Bruxelas, Peter de Caluwe, do De Munt – Teatro Real de La Monnaie, Milo Rau, do NTGent, Serge Rangoni, do Teatro de Liège, Prospero e da Convenção Europeia de Teatro, Guy Casiers, do Maud Van de Velde, do Toneelhuis, de Antuérpia, Chloé Dabert, da Comédia de Reims, e Wajdi Mouawad, do Teatro Nacional de La Colline, de Paris.

    Giuliano Barbolini, da Fundação de Teatro Emilia Romagna, de Modena, Alfredo Sanzol, do Centro Dramático Nacional, de Madrid, Txema Viteri, do Teatro Calderón de Valladolid, e Claudio Longhi, do Piccolo Teatro di Milano, são outros dos subscritores.

  • Reuniões de autarquias podem ser por videoconferência até 30 de junho

    As autarquias vão poder continuar a realizar reuniões online até 30 de junho, no âmbito das medidas de prevenção da pandemia da Covid-19, segundo um diploma publicado esta quarta-feira em Diário da República.

    O diploma alarga o prazo para a realização das reuniões dos órgãos das autarquias locais e das entidades intermunicipais por meios de comunicação à distância, consistindo na oitava alteração à lei de 19 de março de 2020, que aprova medidas excecionais e temporárias de resposta à Covid-19.

    Assim, até dia 30 de junho deste ano, “as reuniões dos órgãos deliberativos e executivos das autarquias locais, das entidades intermunicipais e das respetivas conferências de representantes, comissões e grupos de trabalho podem ser realizadas por videoconferência ou outros meios de comunicação digital ou à distância adequados”.

    Estas reuniões poderão ser, igualmente, realizadas através de “modalidades mistas que combinem o formato presencial com meios de comunicação à distância”.

    Caso as freguesias não disponham de meios tecnológicos para assegurar o cumprimento destas medidas “devem encontrar formas alternativas de assegurar a publicidade das reuniões, nomeadamente através da afixação, por edital, da ata ou da ata em minuta da reunião, no prazo máximo de cinco dias úteis”.

  • AHRESP vai propor ao Governo reforço dos apoios a fundo perdido

    A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) vai propor ao Governo medidas para proteger as empresas, face às novas restrições devido à pandemia, como o reforço dos apoios a fundo perdido, foi hoje anunciado.

    “A AHRESP vai enviar de imediato ao Governo uma proposta de novas medidas que visam proteger as empresas e o emprego nos próximos meses”, lê-se no boletim diário da associação.

    A proposta da AHRESP tem em vista, por exemplo, o reforço dos apoios a fundo perdido e a intensificação do programa de apoio às rendas.

  • Diretores lamentam que docentes não sejam prioritários na vacinação

    Os diretores de escolas saudaram a decisão do Governo de manter os estabelecimentos de ensino abertos, mas lamentaram que quem ali trabalha não faça parte dos grupos prioritários de vacinação contra a Covid-19.

    O primeiro-ministro, António Costa, anunciou hoje a decisão de manter o ensino presencial em todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar ao superior, durante o 9.º período de estado de emergência, que entra em vigor na quinta-feira.

    O presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE), Manuel Pereira, disse à Lusa não estar surpreendido com a medida, uma vez que os diretores foram auscultados antes da tomada de decisão.

    “Para nós não foi surpresa a decisão do Governo. Além disso, temos consciência de que o trabalho fantástico de professores, diretores e assistentes operacionais resultou na segurança das escolas”, afirmou Manuel Pereira.

  • Fenprof defende diminuição de turmas e testes obrigatórios

    O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, defendeu hoje a necessidade de reduzir as turmas e de testar “todos os contactos próximos” de casos positivos de Covid-19.

    “Não há dúvida nenhuma que o ensino presencial é preferível ao ensino à distância”, afirmou Mário Nogueira, pedindo que se encontre “forma de criar turmas mais pequenas para garantir o distanciamento” físico.

    O dirigente da Fenprof falava em conferência de imprensa virtual após o anúncio das medidas do novo confinamento geral que mantêm em funcionamento todos os estabelecimentos de ensino.

    Mário Nogueira considerou a decisão do Governo de manter todos os escalões de ensino ativos em regime presencial acertada desde que tenha em conta a opinião dos especialistas.

    O secretário-geral da Fenprof reforçou que não se pode repetir o que aconteceu no primeiro período: “Não basta dizer que as escolas vão estar abertas, é preciso fazer mais do que foi feito”, caso contrário, “o Governo pode estar a tomar uma posição verdadeiramente irresponsável”.

  • Pedro Proença congratula-se por ver atividade profissional prosseguir

    O presidente da Liga de clubes, Pedro Proença, congratulou-se hoje pela decisão do Governo português em manter a atividade do futebol profissional durante o novo confinamento devido à pandemia de Covid-19.

    Esta acaba por ser a decisão mais sensata e legítima, corolário de toda uma atitude responsável, rigorosa e previdente adotada pela Liga Portugal e pelos seus clubes e profissionais”, escreveu o líder do organismo na rede social Facebook.

    E acrescenta: “Foi este, de resto, e em diálogo permanente com as autoridades sanitárias e governamentais, o desígnio assumido transversalmente desde o início pelo futebol profissional: testar, prevenir, proteger.”

    Pedro Proença salienta que o “comportamento absolutamente exemplar e todas as medidas adotadas para manter em segurança todos os envolvidos [nas três competições profissionais]”, acabaram por ser determinantes para autorizar a continuação da atividade.

  • Associação de Artistas Visuais sublinha que espaços culturais “são seguros”

    A Associação de Artistas Visuais em Portugal (AAVP) lamentou hoje o encerramento dos espaços culturais decidido pelo Governo, argumentando que são locais “seguros”, comparados com outros setores da sociedade, “como os transportes públicos ou os hipermercados”.

    Os equipamentos culturais terão de encerrar a partir das 00h00 de sexta-feira, em Portugal Continental, no âmbito das medidas anunciadas hoje pelo Governo, para tentar conter a pandemia da Covid-19.

    Contactada pela agência Lusa, a porta voz da AAVP, a artista e cineasta Salomé Lamas disse não compreender as razões do Governo para tomar uma decisão “que apenas faz uma gestão temporária de uma situação, e não resolve os verdadeiros problemas do sistema”.

  • Comité de emergência da OMS convocado para analisar variantes

    O comité de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) vai reunir-se na quinta-feira, antes do previsto, para discutir as variantes do novo coronavírus, que são mais contagiosas e têm preocupado as autoridades no mundo inteiro.

    As reuniões do comité decorrem normalmente de três em três meses, mas “desta vez o diretor-geral convocou os membros duas semanas antes do previsto para analisar assuntos que necessitam de um debate urgente. Trata-se das variantes recentes e do uso de certificados de vacinação e de testes para viagens internacionais”, explica um comunicado da OMS divulgado hoje em Genebra.

    O comité de peritos, presidido pelo francês Didier Houssin, vai reunir-se na quinta-feira, 14 de janeiro, e as recomendações para a OMS e países membros serão publicadas após a reunião, refere o comunicado.

  • Madeira com mais 106 casos e mais duas mortes

    A Madeira registou hoje 106 novos casos positivos de Covid-19, passando a contabilizar 2.967 doentes confirmados e mais dois óbitos, de duas nonagenárias, elevando para 22 as mortes associadas à pandemia, revelou a autoridade de saúde.

    Os 106 novos casos de Covid-19 de hoje dizem respeito a quatro importados (dois do Reino Unido, um de Itália e um de Lisboa e Vale do Tejo) e 102 de transmissão local que, segundo a Direção Regional de Saúde (DRS), são “na sua maioria já associados a contactos ou contextos de casos positivos”.

    Entre os casos positivos de hoje, seis correspondem a profissionais do setor da Educação identificados no âmbito do rastreio em curso nos estabelecimentos de ensino e de educação no concelho de Machico.

  • Escócia prepara-se para apertar as regras de restrição contra a Covid-19

    O governo de Nicola Sturgeon introduziu seis regras para apertar as medidas de restrição à epidemia de Covid-19 na Escócia.

    A partir de sábado, e se as regras forem aprovadas no parlamento, os serviços “click and collect” ficam limitados a compras essenciais, como roupas, equipamentos para bebés e livros; os clientes não poderão recolher encomendas dentro dos restaurantes (devem ser entregues a partir de uma escotilha ou porta); o consumo de álcool na rua será proibido em todos os locais sob nível quatro; o teletrabalho passou a ser obrigatório nos mesmos moldes que no primeiro confinamento; só pode trabalhar na casa de terceiros que atender a serviços essenciais de manutenção; e só se pode sair de casa para propósitos essenciais.

  • Confirmaram-se os piores receios: Sporting com mais três jogadores infetados com Covid-19 que falham clássico com FC Porto

    Casos positivos no staff do Sporting deixou responsáveis leoninos em alerta, testes seguintes deram resultado negativo mas há mais três infetados no plantel: Nuno Mendes, Luís Neto e Sporar.

    Confirmaram-se os piores receios: Sporting com mais três jogadores infetados com Covid-19 que falham clássico com FC Porto

  • França regista 229 mortes e quase 24 mil novos casos

    França registou mais 229 mortes por Covid-19 e 24 mil novos casos de infeção pelo novo coronavírus. Na última atualização, as autoridades de saúde tinham contabilizado 19.752 casos e 452 vítimas mortais.

  • Itália com 507 óbitos e 15.774 novos casos

    As autoridades de saúde italianas identificaram mais 507 óbitos por Covid-19 e 15.774 novos casos de infeção pelo novo coronavírus. O número de novos casos é maior do que o registado nos últimos dois dias, mas indicia uma estabilização no crescimento que tem registado.

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