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As epidemias vêm em ondas: esta é uma realidade confirmada pela história em casos como o da peste negra ou da gripe espanhola, como por modelos matemáticos. Até agora já se verificaram entre nós e em todos os países da EU duas ondas, com a linha divisória a situar-se por volta de agosto. Os dados estatísticos aqui apresentados confirmam que a segunda onda (II onda) que estamos a viver e que terá atingido o cume de infetados entre a semana passada e a semana que vem na maioria dos países da EU, como entre nós, é bastante mais intensa em número de infeções que a primeira onda (I onda). O número confirmado de casos diários atingiu um máximo de cerca de 800 em abril, enquanto que o pico da II onda terá sido atingido entre 18 e 24.11 com 6 400 infetados, ou seja, 6 vezes superior à primeira.[1] Estas ondas são devidas ao abrandamento nos comportamentos de distanciamento social e a uma possível mutação do vírus.

Portugal registou até agora 280 934 casos confirmados e 4 209 óbitos, segundo a DGS, o que corresponde a uma taxa de infeção de 2,7% e taxa de mortalidade de 0,4%.

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