Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A presidência portuguesa correu melhor em Bruxelas do que em Portugal. É pena, mas era expectável.

Na política europeia, para alguma coisa correr bem é preciso que haja o maior consenso possível. Na política nacional, para alguma coisa ser visível é preciso que haja confronto. É por isso que em Portugal, sobre a presidência portuguesa da União Europeia, se discute o que foi controverso, enquanto que em Bruxelas se nota, sobretudo, aquilo em que se conseguiu avançar. Esta é uma das coisas mais difíceis de perceber sobre União Europeia: é que sendo uma união de 27 Estados soberanos só se avança se todos, ou a maioria, conforme os casos, estiverem de acordo. O modelo de imposição não funciona. E o do confronto também resulta pouco. Às vezes, até os alemães que o digam.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.