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A lição que vem de Varsóvia

A lição que vem de Varsóvia confirma que a sobrevivência da democracia depende da separação da identidade conservadora religiosa do nacionalismo autocrático.
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A União cresce para onde?

Para uma UE que tenha de conviver com um mundo dividido em blocos, alargar o seu grupo pode significar diminuir o do seu vizinho mais agressivo. Não expandir a União já é mais caro do que não o fazer.
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O Nagorno-Karabakh e o fim da ordem internacional

Nas fronteiras da Europa as regras da ordem internacional são coisa do passado. A Ucrânia criou o precedente, e as condições, para o fim do Nagorno-Karaback.
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A distância entre Bruxelas e Lisboa

Os governos nacionais ainda contam muito. Mas ao que Von der Leyen indicou como prioridades, dificilmente alguém prestaria atenção se fosse proposto pelo nosso governo ou decidido na AR.
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Prontos para a década de von der Leyen?

Ao optar por aderir aos temas mais populares da sua direita, von der Leyen apresentou uma candidatura à renovação do mandato em termos contraditórios aos da sua presidência centrista e abrangente.
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André Ventura e o nacionalismo alemão 

A visão que a AfD propõe de uma Europa "Cristã e Nacional" é particularmente preocupante para Portugal. No ADN do partido está inscrita a ideia de que a Europa do Sul é parasita da Alemanha.
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Ganhar em Espanha

A recente onda de vitórias da direita europeia esconde um enfraquecimento dos partidos liderantes, que se tornaram gestores de coligações estáticas quando podiam ser forças pela reforma.
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Mudar por dentro

Mesmo a Hungria, é preferível que esteja dentro a combater a unidade sobre a Ucrânia, do que esteja fora a ser um enclave mais livremente pró-russo no meio da Europa.
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Berlusconi: som e fúria, mas a cores

Para um eleitorado naturalmente conservador, escolher Berlusconi como alternativa à corrupção foi mais uma desistência do que um protesto.
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Ucrânia na NATO: argumentos a favor da adesão

Segura no seio da NATO, seria mais fácil para Kiev negociar concessões territoriais à Rússia. Outro aspeto é que a adesão à NATO poderia significar um maior controle sobre as ações ucranianas.
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É este o exército europeu? 

A guerra na Ucrânia inaugurou uma nova “era trágica”, onde a geografia, a economia e o clima parecem empurrar as potências para uma competição global pelos [escassos] recursos.
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Arruaceiros, oportunistas ou diplomatas

Num tempo de intensificação da competição global, a diplomacia portuguesa pode ter muito que fazer. Receber o presidente do Brasil é importante. Dizer-lhe o que é inaceitável, também é.
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Lula e Macron: blocos e declínio

Um mundo em blocos parece agora inevitável. Toda a confusão gerada em torno dos alinhamentos é dispensável, mas mostra que o mundo se está a mover em resposta a expectativas mais do que a eventos.
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Os oportunistas

Quem fez a insinuação de que o crime deveria ser terrorismo não fez uma associação de ideias. Queria que fosse assim que se lessem os factos. Não temia um problema, queria que o problema fosse aquele.
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A banca suíça e a sobrevivência russa

É provável que Lagarde ande a dormir menos com a hipótese de um grande resgate e que Scholz e Macron temam que a estratégia europeia esteja a criar condições para uma dependência total da América.
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A Guerra Fria está cada vez mais gelada

O cerrar dos blocos na Guerra Fria é claro, e, para os Europeus, a possibilidade de prosseguir uma terceira via na sua relação com a China é cada vez menos realista.
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Pode a Europa combater para sempre?

Um impasse prolongado não ajudaria Biden em campanha eleitoral, mas justificar um reforço do investimento poderia ser ainda mais difícil daqui a uns meses.
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Da revolução europeia à guerra da Ucrânia

Preparada pela luta contra o comunismo soviético, a elite política da Europa Central defende o legado da sua história contra a agressão de Putin com a convicção de quem defende a herança da família.
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Começaram as europeias

As eleições europeias são daqui a um ano e meio, mas em Bruxelas já começaram. E fazem-se contas a quem pode perder e ganhar em 2024, e o que isso implica para Von der Leyen, Scholz, Macron ou Costa.
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E se a União Europeia for melhor do que parece?

Tornou-se verdadeiramente difícil acreditar em boas notícias no futuro da Europa. Instalou-se um pessimismo de raízes profundas, notável mesmo quando o bloco conseguia alguns progressos.
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Zelensky e Bento XVI na defesa do Ocidente 

Apesar de ser pessimista e ver a morte da civilização ocidental como provável, Ratzinger falava da possibilidade da emergência de uma “minoria criativa” que encontrasse formas de reverter o declínio.
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Os ditadores também têm povo

É verdade que nem todos os nossos aliados são democracias recomendáveis, mas olhando para a China, para a Rússia ou para o Irão, é evidente que os nossos adversários são todos regimes autoritários.
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Num mundo de blocos, a Europa foi uma má peça

Se o mundo se desglobaliza, o que sobra para o modelo de UE? Num mundo de blocos em conflito, apostar que a Europa pode continuar a organizar-se como o mais disfuncional de todos é pedir para perder.
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O melhor, o pior e o que está para vir

O governo português tem alinhado pela posição francesa, pautando-se pela hesitação em relação à Rússia e apoio morno à Ucrânia. Na área militar, a nossa ajuda à defesa ucraniana tem sido paupérrima.
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A União Europeia na China

Numa altura em que não é clara a posição europeia – ou a sua existência – sobre a China, Charles Michel tem oportunidade de encarnar o concerto desafinado e produzir um momento politicamente relevante
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Chama-me fim da austeridade que eu gosto

Mais do que acabar uma suposta aplicação cega das regras orçamentais, mudará também quem vigia quem. Os países com melhor performance orçamental exigirão maior controlo dos que não cumprem as regras.
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Meloni, um lugar na História

Se Meloni abandonar o governo daqui a um ano, nem o feminismo nem o Twitter vão recordar o seu nome; se, improvavelmente, a vitória não tiver sido efémera merecerá mais do que uma nota de rodapé.
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Iniciativa estratégica continua no lado da Ucrânia

A evacuação da população de Kherson parece estar ligada a uma estratégia de controle das perdas. O propósito de Putin não é apenas a expansão do território mas também o aumento da população da Rússia.
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O que o Ocidente quer desta guerra

A derrota e afastamento, ou pelo menos a neutralização, de Putin e da ameaça que representa. É isso que o Ocidente quer. Biden disse-o nos primeiros dias da guerra, na Polónia. Não foi gaffe nenhuma.
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Truss, a última liberal

Truss percebeu numa semana como os mercados e os bancos centrais podem condenar um governo; ainda não é demasiado tarde para que o resto da Europa, mesmo sem cortar impostos, aprenda a lição britânica
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A líder clara da Europa

Úrsula Von der Leyen tem percebido a ameaça, tem mantido a proximidade com os europeus e tem sabido falar e agir a tempo. Esta quarta-feira voltou a falar primeiro que muitos e com maior clareza.
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O Radicalismo de Truss e Meloni

É sempre difícil julgar o extremismo a priori, mas a história da última década mostra como um radical no discurso não é o mesmo radical no governo.
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Papa Francisco: a Igreja num mundo pós-Ocidental

O Papa Francisco veio trazer ao Vaticano uma nova tradição, do Catolicismo da America Latina, com a sua relação complexa com a teologia da libertação e a desconfianca das intenções do mundo ocidental.
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A direita liberal conservadora em tempo de guerra

É altura de a direita liberal conservadora perceber a transformação que a guerra da Ucrânia representa, como ela mostra um conjunto de ideias e de alianças que estiveram e continuam a estar certas.
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Depois de Boris

A economia deixou de permitir ilusões. Boris Johnson parecia o líder certo para fazer avançar o Brexit e responder à guerra na Ucrânia, mas já não para lidar com a inflação ou uma pandemia.
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A segunda frente da guerra

A Rússia como a principal ameaça da OTAN deverá tornar-se patente no novo Conceito Estratégico, e será um guia para a postura de defesa da NATO, o seu foco militar e dos seus investimentos.
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Para que serve a Europa?

Quando há um arrefecimento da globalização, a expectativa de regressar a um mundo de blocos e maior agressividade russa, a grande escolha da Europa é entre uniformizar-se mais ou ter mais influência.
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Em França, um Presidente sem uma maioria

Macron tem uma visão para a presidência mas não tem uma ideia de governo. O reformismo que definia o macronismo original revelou-se uma questão de tom, não de política.
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Nações livres, uni-vos

A mobilização dos ucranianos é difícil de compatibilizar com a negociação de perdas territoriais em troca da paz com Putin. A conexão entre o território e a nação tornou-se crescentemente importante.
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Isto não fica assim

Da UE à China, do Japão aos EUA, do nuclear à inflação, da ameaça de fome ao custo da energia – uma transformação acelerada do mundo com impacto em Portugal. Mas não se pensa em qual nem em quando.

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