Todas as manhãs, enquanto treino no Estádio Universitário de Lisboa, que tem (quase) sempre o elevador avariado ou falta a técnica de desporto na sala de aparelhos – é este o Portugal que temos – entre coisas sérias, a Carla Jorge de Carvalho e o Paulo Ferreira (e outros) mas estes são marcantes para mim, desfazem-me de riso. No meio de assuntos mais cómicos, aparecem os sérios, e a Rádio Observador transmite diariamente um programa “e o vencedor é…” onde hoje o Paulo Ferreira, deixou dois terríveis soundbytes, que aqui deixo, com tanta “prática mafiosa” não se podem espantar as pessoas (e os futuros eleitores) que todos se decidam por um outsider da política, mas um líder em toda a linha, depois da operação (pública) da task force que salvou inúmeras vidas. Trata-se do almirante Henrique de Gouveia e Melo (HGM). Já lá chegamos.
Quem é este homem? Tive a oportunidade, já que estou a seguir os passos dele desde os fogos de 2017, e depois em matéria muito mais grave, a task force para a Covid 19.
Reuniu-se de pessoas de todos os tipos: matemáticos, geógrafos, estatísticos, analistas de dados – do presente e do futuro – o Deus e o Diácono – os homens que o protegeram – sem ser necessário, quando os negacionistas das vacinas o quiserem agredir na terra polémica de Odivelas, etc. … é positivo que se fale e se escreva, o que não é aceitável é escrever sobre o que não se sabe. Para criticar é preciso acreditar. E é preciso que os políticos e os não políticos tenham disso oportunidade. Henrique de Gouveia e Melo, antes de ser CEMA teve inúmeras missões secretas que ao público, as pessoas anónimas como eu, aparentemente pouco interessa, mas são missões de Estado, que dificilmente qualquer um conseguiria. Por alguma razão uma grande figura da NATO, o definiu como o melhor submarinista da organização. Poucas pessoas o sabem. Mas se nem tudo é mar, escrever mal porque sim, ou porque ele incomoda muita gente e o seu silêncio ainda mais, é um problema que doi a muito poucos, mas a alguns controlados meios de comunicação que de mar pouco percebem, mas vaticinam ideias tolas, como o opinion maker do TQ, doi muito mais. Catarino deveria ler o artigo exaustivo do JN, aqui. Há quem se escude em determinadas máscaras de um lado e do outro, mas a maior máscara é do mascarado. Há que reconhecer que foi com Gouveia e Melo que deu marca de partida e iniciou estas missões nas nossas águas territoriais. Quem ignora ou pretende proteger os russos, como determinados meios de comunicação, comprados por aquele país, com marca de sangue, não compreende nem soube interpretar o que ele disse num TedEx/Porto. Dada a pegada no planeta Terra, e os níveis exagerados de poluição e aquecimento global, passaremos a ter de dedicar atenção à vida, num futuro próximo, centrado no mar e nas potencialidades que oferece aos homens. Não esquecer, que Mark Rutte, secretário-geral da NATO no seu périplo pela Europa alertou das ameaças. Portugal, graças à Marinha Portuguesa, fez, com HGM a revolução de tecnologia dos drones e fez com que Portugal passasse a ser a Luz da NATO neste lado do oceano.
As críticas, ataques por razões que se prendem com o seu silencio, ou ameaças que lhe (podem ser) dirigidas, por redes (criminosas, devem-se, tal como as frutas todas (podres), ao facto de ele ter mandado iniciar as missões de combate ao narcotráfico no Golfo da Guiné – onde se localiza a mais bela terra do Mundo, São Tomé e Príncipe – e a ligações perigosas com o Algarve. Além disso, e muito importante, é a proteção contra a Rússia – recordar o navio monitorizado pela nossa Marinha – a fragata Alm. Gorshkov, que lança misseis zircom nas nossas águas. A Rússia é um país fraco com a memoria do passado e ambicioso com um líder louco, uma ameaça permanente com interesse em crime contra as nações através do potencial ataque aos cabos submarinos nas águas portuguesas.
Se isso não bastasse, a Marinha então liderada por Gouveia e Melo tem desenvolvido operações fora de área, com submarinos na América do Sul e em África. O ex Chefe de Estado Maior da Armada, instituiu uma política de controle de ameaças, defendendo-os contra elas. E, convenhamos, ser estratega é antecipar os crimes potenciais, evitando-os com o apoio da NATO.
Ler tonteiras e “brincadeiras de crianças” ou títulos de artigos de opinião e títulos vergonhosos como “que medo, vêm aí os russos” ou gozando ou criando opiniões desnecessárias a defesa ou a nossa segurança, e das pessoas, mostra bem a ignorância que têm sobre os domínios internacionais. Nem tudo é politiquice ou tutti frutti.
Sobre o mar e as ameaças, têm vindo a crescer ao longo dos últimos 3 anos, nas nossas águas, um volume que começou de 12 para 47 e, com a saída de CEMA, pontuaram-se entre 77/78.
É verdade que as maçãs podres envenenam as comunidades, os políticos (alguns) e as suas juncosas e mafiosas políticas, com inverdades enganam as pessoas, mas a insegurança em Portugal e na Europa é latente e iminente. Vivem alguns opinion makers na maionese.
Há que despertar, porque no meio deste veneno e podridão de políticos esquemáticos, há a ameaça ao nosso território violando o futuro da “minha Glória” e de tantos outros filhos e netos deste Portugal d’aquém e d’alem mar.
Acordem jovens portugueses, o futuro é vosso e é já amanhã. Não e dos velhos do Restelo. O futuro de Portugal e a salada de frutas (podre) está a pôr em causa a nossa integridade. As frutas podres devem ser retiradas (de vez) do cabaz da política nacional e os portugueses devem apontar o rumo para a proteção do País e a defesa da nossa terra e mar territorial.