O mundo, como nós o conhecemos, atravessa momentos particularmente complexos. Assistimos diariamente ao escalar de tensões geopolíticas, uma guerra na Europa, instabilidade em algumas regiões e crescimento de extremismos. O passado já nos deu algumas lições com as quais temos a obrigação de aprender.

Todas estas particularidades exigem muito de todos nós. Mas exigem ainda mais daqueles que têm a função de governar e liderar. É neste sentido, e por necessitarmos de pessoas de convicções fortes, que não podemos deixar-nos descansar quando somos chamados a escolher quem nos representará, não só no nosso país, mas além fronteiras. A função dos líderes não é ecoar a incerteza do mundo, mas contrariá-la

Dia 18 de janeiro é um desses dias. É o dia em que somos chamados a escolher aquele que será, durante os próximos 5 anos, a maior referência política de Portugal – o Presidente da República.

Temos a obrigação de escolher aquele que se encontra melhor preparado. É um imperativo dos tempos que vivemos. Não podemos ponderar entre os populistas do costume, que procuram rotineiramente a degradação das instituições, os que consideram que o cargo é um “frete” ou os que procuram – unicamente – a sua salvação política.

Temos de ser claros. Precisamos de alguém com experiência, de alguém que não vá para o cargo para aprender, de alguém que queira realmente ser Presidente da República e Presidente de todos os portugueses, não apenas de alguns. Esta filtragem só aponta para uma pessoa: Luís Marques Mendes. Alguém humanista, que valoriza a excelência em tudo o que faz e que tem muita experiência política.

Luís Marques Mendes é alguém de bom senso, com sentido de Estado, com conhecimento das instituições e capaz de construir pontes. Estas características farão de Luís Marques Mendes um Presidente capaz de alimentar os entendimentos entre os vários partidos políticos, as forças vivas do nosso país e o governo e a oposição. O próprio já o tem dito nas suas intervenções e acredito mesmo que o fará.

Estará qualquer um dos outros candidatos tão bem ou melhor preparado que Luís Marques Mendes para o desempenho destas funções? Estou certo que não.

É muito importante que cada um de nós vote nas próximas eleições presidenciais de 18 de janeiro, mas que votem bem. Para evitar que a segunda volta seja decidida entre um candidato mau e um muito mau. Apelo ao voto útil. Apelo a que valorizem a experiência. É, por isso, fundamental que dia 18 de janeiro votemos todos em Luís Marques Mendes.