As pequenas e médias empresas, vulgo PME’s, desempenham um papel de extrema importância na economia portuguesa. Atualmente, esse caráter de relevância é ainda maior.

Além de responsáveis por uma fatia significativa da empregabilidade nacional, são também notáveis potenciadoras de inovação. Segundo a Pordata, o tecido empresarial português é quase totalmente composto por micro, pequenas e médias empresas (99.9% das empresas portuguesas são PME’s).

Mas a crise económica e a escassez financeira têm exigido soluções mais flexíveis, eficazes e, acima de tudo, acessíveis. Esta necessidade é ainda mais flagrante no que toca às plataformas informáticas e ferramentas de produtividade e colaboração, pois é neste tipo de estruturas que várias PME’s assentam os alicerces de todo o seu trabalho.

Estas empresas têm encontrado na internacionalização um porto de abrigo e, em tempo de globalização, a conquista de uma maior quota de mercado é igualmente fulcral. Por isso, muitas delas já se renderam ao potencial e às funcionalidades das soluções em “nuvem” — cloud, no termo original. Utilizar serviços em “nuvem” significa aproveitar remotamente as capacidades de processamento e memória de computadores (servidores) ligados à rede. Estes serviços garantem redundância, ou seja, a garantia que a informação não se perde e que pode ser acedida em qualquer parte do mundo, a partir de qualquer dispositivo.

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A Adjuris é uma sociedade de advogados sediada em Lisboa. O sistema informático desta PME assentava em três servidores físicos mantidos pela própria empresa na sua sede, no Chiado. Com o crescimento da Adjuris evoluiu também uma imposição crescente de coordenar atividades com a sua congénere em Luanda. “Defrontámo-nos com a necessidade de reformular as nossas plataformas colaborativas, a fim de termos partilha de serviços a menores custos e sem que a distância física constituíssem um impedimento”, conta José Miranda Dias, líder da Adjuris.

A limitação técnica da Adjuris foi superada graças ao serviço Azure da Microsoft, uma plataforma informática em “nuvem” focada na modernização das empresas portuguesas. “Todo o negócio está hoje na cloud”, explica José Dias. As comunicações, as aplicações de faturação e de gestão documental e até o site da empresa moram agora no Azure. Através das soluções em “nuvem” a Adjuris conseguiu reduzir a despesa neste tipo de infraestruturas técnicas.

Além disso, esta empresa passou a usufruir também das funcionalidades do Office 365, onde se inclui o acesso a um serviço de e-mail empresarial, armazenamento ilimitado para ficheiros e as já habituais ferramentas de produtividade (Word, Excel, PowerPoint, Outlook, entre muitas outras). Acesso este que pode ser feito a partir de qualquer lugar, através do computador, tablet ou smartphone.

Com este processo de modernização existe agora um só servidor na sede da empresa. E todos os colaboradores, quer estejam em Lisboa, em Luanda ou em qualquer outra parte do mundo, podem aceder aos processos e documentos da Adjuris em tempo real. Basta, para isso, um dispositivo com ligação à internet.

Como a Adjuris, existem inúmeras outras empresas a optarem pela via da modernização através das potencialidades da “nuvem”. É o caso da Marlo, que atua no setor dos transportes e logística. Esta consultora luso-norueguesa — e, portanto, com uma forte componente internacional — desenvolveu uma solução própria para otimizar os custos operacionais dos clientes. O Microsoft Azure foi a solução de alojamento escolhida, graças às garantias de integração universal com todos os sistemas e plataformas.

Outro exemplo é a empresa Hortícolas Casal d’Avó. A plataforma informática desta PME encontrava-se alojada num servidor local bastante limitado: não permitia aceder à informação fora do escritório e até já precisava de ser substituído. A solução encontrada passou por transferir todo o software de gestão para a “nuvem”, uma modernização que permitiu à Hortícolas Casal d’Avó uma maior agilização ao nível das exportações e o acesso ao Office 365.

Toda a informação alojada na “nuvem” é omnipresente. As próprias plataformas são universais, flexíveis e eficientes, de forma a responderem eficazmente às exigências do mercado. Por isso, ao reduzir os custos e aumentar a produtividade, não há razão para não modernizar a sua empresa com este tipo de soluções. Ponha tudo na “nuvem”, descarte de vez as preocupações desnecessárias e dedique-se ao que é realmente importante: o seu negócio.

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