Síria

Putin avisa Macron sobre qualquer “ato irrefletido e perigoso” na Síria

Vladimir Putin avisou Emmanuel Macron sobre a necessidade de evitar "atos irrefletidos e perigosos" na Síria. O presidente francês declarou que tem provas de que o regime sírio usou armas químicas.

Moscovo e Paris acordaram em coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria

ALEXEY NIKOLSKY / SPUTNIK / KREMLIN POOL / POOL/EPA

Vladimir Putin alertou esta sexta-feira Emmanuel Macron para a necessidade de evitar qualquer “ato irrefletido e perigoso” na Síria. O aviso do presidente russo surge depois do seu homólogo francês ter deixado transparecer a intenção do Ocidente enveredar por uma retaliação militar ao alegado ataque químico do regime sírio em Douma.

Através de um comunicado, emitido depois de uma conversa telefónica entre os dois presidentes, o Kremlin defendeu que “é essencial evitar qualquer ação irrefletida e perigosa que seria uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e teria consequências imprevisíveis”. O documento indica ainda que França e Rússia acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria. 

Putin reiterou que exige uma “investigação exaustiva e objetiva” ao alegado ataque químico perpetrado pelo regime de Bashar al-Assad e afirmou que, até que esta aconteça, “é prudente abster-se de qualquer acusação seja contra quem for”. Esta quinta-feira, Emmanuel Macron deu uma entrevista à televisão nacional francesa que originou a advertência de Putin: o presidente francês garantiu ter provas de que o regime sírio atacou a cidade de Douma com armas químicas e defendeu que isto constitui a violação de uma “linha vermelha” que pode despoletar respostas do Ocidente.

Também esta sexta-feira, o embaixador russo na ONU avisou os Estados Unidos de que “a prioridade imediata é evitar o risco de guerra”. Vassily Nebenzia defendeu que é preciso arrefecer os ânimos, já que Donald Trump está a ter uma atitude “muito belicista”.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Moçambique

A extradição de Chang e o futuro da Frelimo

Manuel Matola

Apesar da complexidade do caso e da gravidade das acusações contra Manuel Chang, uma eventual extradição para Moçambique garantiria de que o processo-crime que corre em Maputo teria uma morte natural.

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)