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Análise em 7 GIFs: o Mate20 Pro é capaz de ser o melhor smartphone do ano

Este artigo tem mais de 3 anos

Três lentes em forma de L, o novo processador Kirin 980 e um sensor de impressões digitais no ecrã. Analisámos em sete GIFs o Huawei Mate20 Pro, um smartphone que começa inovar e não só a imitar.

7 fotos

A Huawei apresentou a meio de outubro três novos smartphones. Só um chegou a Portugal, o mais potente: o Mate20 Pro. Este equipamento é a evolução do Mate10 Pro, lançado em 2017, que mostrou o que a inteligência artificial já consegue fazer nos smartphones. Quando o Huawei P20 Pro nos passou pelas mãos em abril, apesar de a marca ter imitado — descaradamente — a Apple, ficámos bastante surpreendidos, mas apontámos críticas. Agora, com o Mate20 Pro, estas foram corrigidas e vemos mais do que uma evolução do Mate10, vemos um equipamento que está na vanguarda do que os smartphones vão ser.

Huawei Mate20 Pro

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A favor:

  • Bateria
  • Câmara fotográfica
  • Controlo por gestos
  • Sensor de impressões digitais
  • Reconhecimento facial
  • É também um comando para televisões (tem sensor infravermelhos)

Contra:

  • Preço
  • Colunas de som embutidas são piores do que as do P20 Pro
  • NanoSD para expandir a memória interna em ve de MicroSD

Huawei apresenta smartphone com sensor de impressões digitais no ecrã e um smartwatch

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Com um valor de cerca de 1050 euros, o smartphone não tem um preço fácil para a maioria das carteiras, como começa a ser cada vez mais comum nestes topos de gama. Contudo, neste caso, o preço elevado justifica-se. O Mate 20 Pro vem com um novo processador Kirin 980 (é muito rápido). Mantém as especificidades que já tinham feito do P20 Pro e do Mate 10 equipamentos excelentes, como o modo “computador” para ligar a um ecrã externo, sensor infravermelhos para utilizá-lo como comando de televisão ou reconhecimento facial quase perfeito. Mas, além disso, adiciona novas funções como um ecrã de canto a canto que deixa utilizar a interface apenas com gestos, como no iPhone X, um sensor de impressões digitais embutido no ecrã, carregamento sem fios e possibilidade de expansão da memória por cartão.

P20 Pro. A Huawei imitou a Apple, mas não nos importamos nada

São estas especificações que fazem do Mate20 Pro o smartphone que, se mais nenhum for anunciado, pode ser o telemóvel do ano. O EMUI9, a versão da Huawei do novo sistema operativo Android, o P, é o melhor até à data da marca e mostra o que a Apple definiu com o iPhone X (e, agora, com os iPad): o fim dos botões físicos na frente dos ecrãs chegou e os gestos vieram para ficar. Contudo, como em tudo, ainda há pontos a melhorar: as colunas externas, agora embutidas na entrada de carregamento USB-C, não são tão boas como as do P20 Pro e a expansão da memória interna é só por cartão “NanoSD”, um novo formato da Huawei. Em 7 GIFs, deixamos todas as nossas impressões.

Gestos como no iPhone X, mas no Android

via GIPHY

Com o P20 Pro, a Huawei apresentou um único botão de menu que permitia retroceder, abrir o modo multitarefa e voltar ao ecrã inicial. Depois, a Google apresentou o Android P e vimos que o futuro dos smartphones passa por acabar com os botões na frente do ecrã para essas funções. No Mate20 Pro, apesar de ser possível ter os botões tradicionais do Android no fundo do ecrã, para retroceder, ver as apps abertas e voltar ao ecrã inicial, o objetivo é utilizar apenas gestos para tirar o máximo proveito de um ecrã de canto a canto, com uma pequena saliência no topo do ecrã.

Os gestos são muitos semelhantes aos apresentados no iOS 11, com o iPhone X. Deslizar para cima a partir do fundo do ecrã leva o utilizador para o ecrã inicial. Já o mesmo gesto, mas mantendo o dedo no ecrã durante mais tempo, com um deslizar para a esquerda ou para a direita, mostra as aplicações abertas. E para retroceder? Basta deslizar o dedo a partir do canto direito ou esquerdo (como mostrado no GIF). Como o Mate20 Pro tem cantos curvos, como o Samsung Note 9, é mais fácil utilizar este gesto (estes cantos curvos, nos Galaxy, já não se mostram tão úteis). Em suma, aprendemos todos estes gestos intuitivamente e agora o estranho é utilizar botões.

Não há espaço para um sensor de impressões digitais? Põe-se debaixo do ecrã

via GIPHY

Com ecrãs de canto a canto, perde-se espaço para pôr funcionalidades como a do sensor de impressão digitais que desbloqueia o telemóvel. Há marcas que têm optado por pôr este botão na parte traseira do equipamento. Contudo, se o smartphone está deitado em cima de uma mesa e é preciso abrir o menu para ver uma mensagem numa reunião mais enfadonha, este sensor na parte frontal revela-se bem mais útil. Solução? Pôr o sensor embutido no ecrã. Foi a primeira vez que experimentámos esta tecnologia que já tinha sido apresentado noutros smartphones de empresas mais pequenas e ficámos surpreendidos.

Apesar de, por vezes, ter sido necessário pôr o dedo direito em cima do sensor (que surge no visor indicado), este é bem mais fiável do que sensores semelhantes não embutidos no ecrã que se encontra noutros dispositivos. Este é um dos pontos fortes deste smartphone e mostra como há sempre espaço para evoluir. Fica a pergunta: isto é sinal de que, no futuro, até a câmara frontal vai ficar debaixo do ecrã? A Huawei já afirmou estar a trabalhar nisso.

Também há reconhecimento facial para desbloquear o smartphone

via GIPHY

O reconhecimento facial é cada vez mais comum para desbloquear smartphones e uma das razões para se manter a saliência que corta o topo do ecrã nos novos telemóveis, por causa dos sensores. Com o P20 Pro, a Huawei já tinha mostrado que era a melhor marca nesta tecnologia, utilizada também por empresas como a Apple e a Samsung. Agora, melhorou.

Mesmo com um sensor de impressões digitais esta opção era necessária? Não tanto, mas mostrou-se útil ao pegar no smartphone e, rapidamente, desbloquear o telemóvel para sem mais toques ver as notificações. No Mate20 Pro, mesmo quando estava muito escuro, esta funcionalidade funcionou sempre que a testámos.

É também graças a estes sensores frontais que a Huawei tem os 3D QMoji, uns emojis que, com o movimento da face, replicam o utilizador (como os Animoji, da Apple). São interessantes, mas percebe-se porque é que a marca ‘esconde’ a funcionalidade dentro da app para fotografias. Têm, ainda, muito a melhorar (e são um pouco assustadores).

Três câmaras em forma de um L invertido

via GIPHY

A Huawei foi a primeira empresa a lançar no mercado um telemóvel com três lentes traseiras para fotografias, com o P20 Pro. A justificação foi a de que, ao ter mais lentes, o sistema conseguia capturar melhor a amplitude e luz para as melhores fotografias. Apesar de isto ter sido conseguido em equipamentos como o Samsung Galaxy S9 Plus , com duas lentes e resultados igualmente bons, o P20 Pro tornou-se rapidamente dos smartphones mais eficientes para tirar fotografias. Agora, com o Mate20 Pro e a nova disposição das lentes em L invertido (em ver de ser em linha), os resultados continuam a ser dos melhores que há no mercado.

O sistema de inteligência artificial continua a permitir que automaticamente o smartphone foque as lentes e consiga ótimos resultados de imagem. Para quem é adepto da fotografia, o Mate20 Pro vem apetrechado de funcionalidades que o põem a par com muitas câmaras fotográficas. Já para quem não é adepto, a app nativa de fotografias, apesar de não ser complicada, continua a não ser tão intuitiva como o que vemos nos iPhone Xs. Não notámos quase nenhuma diferença em relação ao P20 Pro, mas o formato em L faz com que a saliência da câmara seja bastante menor neste equipamento.

A bateria é grande o suficiente até para carregar — por contacto — outros smartphones

via GIPHY

É na bateria que a Huawei continua a mostrar que é uma das principais empresas de smartphones no mercado. Desde o Mate 10 Pro que tem lançado equipamentos que não só aguentam mais de um dia de utilização, como carregam extremamente rápido (uma hora). Raro foi o dia, com utilização intensa, em que o smartphone não passou dos 60%. Mesmo nos testes mais intensos (vídeos, GPS, chamadas, etc.), conseguiu mais de 15 horas seguidas de utilização.

Pela primeira vez, a Huawei adicionou num smartphone uma característica já comum noutros equipamentos, o carregamento sem fios. E aqui inovou. Não só é possível utilizar uma base de carregamento sem fios para carregar o Mate20 Pro, como também se pode encostar o smartphone a outro dispositivo que carregue sem fios e aproveitar a grande capacidade de bateria (no GIF mostramos como se faz com um Galaxy S8). O carregamento é mais lento, mas é uma funcionalidade muito prática e que funciona.

Colunas? No futuro podem não existir colunas exteriores, mas perde-se na qualidade

via GIPHY

O design do Mate20 Pro pode fazer lembrar uma mistura entre o Samsung S9, pelos cantos curvos, e o iPhone X, pela saliência no topo do ecrã. O tamanho de 6,4 polegadas e os rebordos e traseira em alumínio mostram um equipamento topo de gama. Para manter a resistência IP68, uma das mais altas do mercado (é à prova de água e poeiras), sente-se a atenção no detalhe ao segurar este equipamento.

Uma das opções da Huawei para este design futurista foi deixar de ter colunas exteriores no rebordo e o som principal sai da entrada USB-C, no fundo do smartphone. A qualidade de som é muito boa e a opção destas colunas internas permite ao telemóvel ter um corpo mais resistente. Contudo, quando comparado diretamente com o P20 Pro, que tinha saídas dedicadas para colunas de som, perde-se na qualidade. Nota-se este ponto a melhorar, principalmente, nas chamadas em alta voz. É uma opção de design interessante que funciona, mas, aqui, olhámos para trás.

O truque para tantas características é poupar no espaço

via GIPHY

Colunas embutidas, sensor de impressões digitais no ecrã e não há entrada para auriculares tradicionais sem fios. O Mate 20 Pro é um smartphone que mostra que o futuro dos telemóveis passa por aumentar ecrãs e aproveitar ao máximo o espaço nos equipamentos. Como mostrado no GIF, um das opções da marca passa por, mesmo permitindo dois cartões SIM um em cima do outro, ter espaço para a expansão de memória por cartão SD. Contudo, para reduzir o espaço, a Huawei criou um formato próprio para competir com os MicroSD, os NanoSD.

Estes cartões de memória têm o mesmo tamanho de um cartão SIM, mas é um formato exclusivo da marca chinesa. É uma desvantagem para quem já tem cartões MicroSD, um formato já bastante pequeno e quase universal para expandir a memória em smartphones. Esta exclusividade fez com que ainda nem se saiba quando vão custar estes cartões, o que não jogou a favor do Mate20 Pro ser um smartphone em que, teoricamente, se pode expandir a memória interna.

Veredicto final: é este o futuro dos smartphones?

O Mate20 Pro, com todas estas características, é dos melhores telemóveis que já passou pela redação do Observador. A qualidade das colunas de som embutidas e o cartão NanoSD podem ser pontos contra, mas num dispositivo que, acima de tudo, surpreendeu, são críticas mesmo pequenas num equipamento que evolui bastante em relação ao Mate10 Pro. Olhando para a concorrência, o Mate20 Pro é de momento o equipamento mais interessante e mostra como nos Android o futuro passa também por gestos e não apenas por botões.

*O equipamento foi disponibilizado ao Observador pela Huawei para efeitos de análise

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