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A Polícia Federal brasileira admite travar a saída de João Loureiro daquele país, assim como colocá-lo sob escuta se forem apurados elementos suficientes no âmbito do caso da meia tonelada de cocaína apreendida num jato privado em Salvador da Bahia — aparelho que iria transportar para Portugal o antigo presidente do Boavista. No âmbito da investigação, que visa outros elementos, está já a ser feito um trabalho conjunto com a Polícia Judiciária.

Ao Observador fonte oficial da Polícia Federal em Brasília explicou o porquê de não ter sido aplicada uma medida restritiva a João Loureiro na sexta-feira, como a impossibilidade de viajar para a Europa: “Medidas judiciais demandam requisitos legais que precisam ser demonstrados ao Poder Judiciário, não podendo haver restrição de direitos sem elementos que demonstrem tal necessidade ou prejuízo às apurações“.

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