Quase três anos depois da decisão de primeira instância, o Tribunal da Relação de Lisboa decidiu manter a pena de prisão efetiva de seis anos e oito meses ao procurador do Ministério Público Orlando Figueira, de acordo com o respetivo acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa a que Observador teve acesso.

Figueira tinha sido condenado em primeira instância a cadeia efetiva por corrupção passiva, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento e cinco anos de proibição de exercer funções.

Também o advogado Paulo Blanco foi condenado, mas a uma pena suspensa de quatro anos e quatro meses por corrupção ativa, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento naquela que foi chamada a Operação Fizz. Ao advogado, o Tribunal da Relação de Lisboa manteve igualmente a pena decidida pela primeira instância.

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