1230,6kWh poupados 1230,6 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Tartaruga em fuga há 16 dias foi encontrada, pondo fim a uma aventura de quase cinco quilómetros

Este artigo tem mais de 1 ano

Durante 16 dias os donos de Shelley procuraram-na por toda a parte. Finalmente apareceu perto de uma gelataria. A tartaruga estava bem, tinha andado 4,5km, mas não quis a comida habitual: saladas.

tartaruga leopardo fugiu e andou 4 km em 16 dias
i

▲A tartaruga-leopardo foi encontrada pelo filho de um agricultor que pensou que era uma "pedra grande"

Facebook de The Orange Elephant

▲A tartaruga-leopardo foi encontrada pelo filho de um agricultor que pensou que era uma "pedra grande"

Facebook de The Orange Elephant

Shelley, uma tartaruga-leopardo de 20 anos, que foi dada como desaparecida por uma família britânica em 9 de julho, foi nesta terça-feira, dia 22, encontrada pelo filho de um agricultor, que inicialmente a confundiu com uma “grande pedra”.

A tartaruga de cerca de 18kg estava perto de uma gelataria, The Orange Elephant, a cerca de 4,5 quilómetros de casa, em Shillingford Abbot, perto da cidade histórica de Exeter, no Reino Unido. Ao longo de 16 dias, enquanto o seu paradeiro foi um mistério e motivo de ansiedade para a família Phillips, fez o caminho da aldeia onde mora com os donos até às proximidades da estrada A379, em Devon conta o jornal britânico The Telegraph.

A família procurou a tartaruga nas bermas, na vegetação densa e nos bosques locais, e usou uma câmara termográfica para tentar localizá-la. Mais, foi à rádio BBC de Devon contar que ela tinha desaparecido e oferecer 220 euros para quem a encontrasse.

Foi o filho de um agricultor, conta a gelataria nas redes sociais, que se deparou com Shelley, pensando inicialmente que era só uma grande pedra. “Felizmente, o agricultor constatou que as pedras, geralmente, não se movem, e contactou-nos através de um telefonema”, explica Nick Phillips, um dos donos da tartaruga.

O pai de família avança os detalhes da história enigmática, que não termina com o regresso de Shelley a casa, depois de comer um bom gelado: “Tentámos dar-lhe feijão-verde, couve, pepino, tudo o que tínhamos. Ela não se interessou. Não faço ideia do que terá andado a comer, mas certamente não foi salada”.

Becky, a filha de Phillips, diz que “parece que as pessoas não sabem o que fazer quando veem uma tartaruga a vaguear perdida, porque ela foi simplesmente deixada no local”. O pai Nick tinha relatado na rádio que algumas pessoas a tinham visto ao longo do dia a caminhar na estrada, tirando fotos ou colocando-a nas bermas.

Shelley terá escapado ao romper a rede de galinheiro do espaço onde estava. “Havia uma pequena fenda, apenas em parte da rede”, aponta Becky, citada pela BBC. “Agora já está tudo remendado e reforçado, se ela quiser sair de novo, vai ter de pensar duas vezes”, brincou o pai, Nick Phillips.

Texto editado por Dulce Neto

[É sábado. No lobby de um hotel de Albufeira um assassino misterioso espera junto ao bar por um convidado especial: representa a Organização para a Libertação da Palestina. Quando o vê entrar, o terrorista dispara quatro tiros e foge. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.