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Quatro pessoas morreram após um tiroteio, esta sexta-feira de manhã, num bar numa cidade de Anaconda, no sul do estado norte-americana do Montana, avança a imprensa norte-americana.
O suspeito, que as autoridades identificam como Michael Paul Brown, está em fuga. Este sábado, Lee Johnson, administrador da Divisão de Investigação Criminal de Montana, adiantou que o veículo utilizado para fugir do local, uma carrinha branca, já foi encontrado, mas o paradeiro do seu condutor ainda é incerto.
As autoridades norte-americanas estão a varrer uma região montanhosa do oeste de Montana, no sábado, à procura de Brown, um veterano militar. “Embora a polícia não tenha recebido relatos de que Brown tenha feito mal a outros indivíduos, acredita-se que ele esteja armado e é extremamente perigoso”, disse Johnson, que apelou aos moradores a que fiquem em casa enquanto não for capturado.
Entretanto, as autoridades do condado de Anaconda recorreram às redes sociais para divulgar uma fotografia do suspeito, dizendo acreditar que este está “armado” e considerando-o “perigoso”, apelando também ao público para “manter-se afastado da zona de Stumptown e áreas circundantes”.
As autoridades ainda não divulgaram a identidade das vítimas, aguardando primeiro para que todas as suas famílias fossem notificadas. David Gwerder, o dono do The Owl Bar, o estabelecimento onde ocorreu o tiroteio, adiantou à Associated Press, contudo, que as vítimas foram um bartender e três clientes.
Não se sabe ainda as motivações para este incidente, sendo que Gwerder diz que não tinha conhecimento de algum tipo de conflito entre Brown e as vítimas. “Ele conhecia toda a gente que estava naquele bar. Garanto-vos isso. Ele não tinha nenhuma disputa com nenhum deles. Acho que se passou”, adiantou.
Uma sobrinha de Brown, no entanto, disse que o tio sofria de problemas mentais, uma condição comum em veteranos de guerra. O suspeito serviu no Exército dos EUA como tripulante de blindados de 2001 a 2005, tendo mesmo sido destacado para o Iraque desde o início de 2004 até março de 2005.
No Facebook, o governador do Montana, Greg Gianforte, disse estar a “monitorizar a situação”.