Os mediadores das negociações entre Teerão e Washington, liderados pelo Qatar, estarão a pressionar o Irão a alcançar um acordo para evitar novos ataques após as eleições intercalares norte-americanas de 3 de novembro. A informação é avançada por três fontes dos Estados Unidos, Israel e do Médio Oriente à Axios.
Uma das exigências será a inspeção das instalações nucleares iranianas por parte da Agência Internacional de Energia Atómica — como acordado em setembro do ano passado —, “em troca do alívio de algumas sanções por parte dos Estados Unidos”.
Além disso, o negociador qatari Ali al-Thawadi terá sugerido, durante a sua visita esta semana a Teerão, que o país “renuncie à sua reserva de urânio enriquecido e à insistência iraniana em que os Estados Unidos levantem primeiro o bloqueio naval e libertem os fundos iranianos congelados”.
As ideias deverão passar pela aprovação do Líder Supremo nos próximos dias, referem fontes do Médio Oriente. A exigência de um acordo foi também defendida pela Arábia Saudita, Paquistão e Turquia numa visita a Teerão há vários dias.
Donald Trump terá abordado o tema do Irão com o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, e o enviado especial, Steve Witkoff, durante uma viagem ao Texas, e esta terça-feira com a equipa de segurança nacional, referem funcionários norte-americanos.
“Como o Presidente afirmou, [os iranianos] foram sistematicamente destruídos, tanto militarmente como financeiramente, e a menos que mudem de rumo rapidamente, em breve terminaremos o trabalho”, afirma uma fonte da Casa Branca.
Uma nova ofensiva contra Teerão tem sido um assunto recorrente nas últimas semanas, sendo que a dúvida persiste sobre se será lançada antes ou depois das eleições intercalares nos Estados Unidos a 3 de novembro.
O chefe do Estado-Maior do exército israelita, Eyal Zamir, falou na segunda-feira com o comandante do Comando Central dos Estados Unidos, Brad Cooper, para “coordenar antecipadamente potenciais ataques“, que podem ter como alvos infraestruturas nucleares e energéticas, assim como a liderança iraniana.
Trump tem garantido não atacar o Irão antes das eleições e tem admitido uma nova ofensiva. No entanto, de acordo com vários meios de comunicação social, como a Axios, o Presidente dos Estados Unidos tem estado hesitante sobre novos ataques.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]