Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O que se passou em Las Vegas, na noite de 12 de junho de 2009, deveria ter ficado em Las Vegas. Karhtyn Mayorga assinou um acordo que a obrigava ao anonimato e recebeu dinheiro para nunca revelar os detalhes daquela noite de sexta-feira. Não era suposto o seu nome ter vindo a público e, muito menos, ser associado a Cristiano Ronaldo.

375 mil dólares, muito negociados, deviam alegadamente servir para lhe comprar o silêncio eterno. Mas afinal, ele só durou até à semana passada. Na sexta-feira, acusou o português de a ter violado, naquela noite — a noite que “destruiu” a sua vida –, no Hotel Palms Place, em Las Vegas. A revista alemã Der Spiegel — que já tinha divulgado parte da história, o acordo entre as partes e que contou também como foi alvo de várias pressões do agente de Ronaldo — publicou agora a versão de Mayorga. Ao mesmo tempo que a Polícia Metropolitana de Las Vegas reabriu a investigação ao caso. Mas o que está em causa?

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.