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Com o país a ultrapassar os 4.000 casos diários e a bater máximos no número de óbitos, o Governo cerra fileiras, embora não vá tão longe quanto alguns países europeus — por exemplo, não adota o recolher obrigatório porque, diz António Costa, o Governo não tem poder para o fazer no atual estado de exceção (calamidade); também não chega ao ponto do Reino Unido, que anunciou um confinamento geral de um mês depois de passar a barreira do milhão de infetados.

O primeiro-ministro opta por alargar as restrições que já estavam em vigor em três concelhos (Paços de Ferreira, Felgueiras e Lousada) a mais concelhos, abrangendo quase 70% das pessoas residentes em Portugal. Há um dever de permanecer em casa, embora com exceções, tal como havia em maio. Os restaurantes e o comércio vão fechar mais cedo e o teletrabalho passa a obrigatório sempre que possível. Continua a poder ir ao teatro ou à missa, mas não a feiras.

Aqui fica um guia para o ajudar a gerir os próximos 15 dias se mora num dos concelhos de elevado risco.

Afinal onde é que vai haver medidas mais duras?

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