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Uma eleição sem direito a segunda volta e com o adversário mais próximo a uma larguíssima distância de segurança. Se as eleições fossem hoje, Marcelo Rebelo de Sousa arrumaria o assunto numa ida única à urnas, com quase 70% dos votos — um resultado que o colocaria bem perto dos 70,35% que o recordista Mário Soares alcançou nas eleições de 1991. Mas a sondagem da Pitagórica para o Observador/TVI, para as presidenciais de janeiro do próximo ano, revela mais: além de PSD e CDS (que declararam o seu apoio à recandidatura do Presidente da República), Marcelo varre também o eleitorado do PS, com quase 70% dos inquiridos assumidamente socialistas a admitirem que pretendem confiar-lhe o seu voto. E isso explica muito daquilo que o Presidente da República pode ambicionar até ao cair do pano eleitoral.

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