Índice

    Índice

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

15 segundos. Uns curtos mas eficazes 15 segundos. Foi o tempo que os alegados assaltantes do Quartel de Tancos demoraram a entrar nos paióis onde estavam guardadas as munições, granadas e explosivos na madrugada de 28 de junho de 2017. Com informações precisas sobre o formato dos cadeados que fechavam os paióis 14 e 15 — e com a ajuda de um saca cilindros adquirido na zona de Toledo (Espanha) — foi esse o tempo que os oito assaltantes alegadamente liderados por João Paulino demoraram a entrar nos paióis para retirarem o material que já tinham pré-selecionado numa visita anterior.

O ex-fuzileiro Paulino já tinha estado em Tancos em 2016 para vistoriar aqueles dois paióis. Todos os pormenores foram definidos em março de 2017, três meses antes do assalto propriamente dito ter ocorrido, nomeadamente o dia e a hora (entre as 2h e as 4h da madrugada). E porquê? Porque nessa data a vigilância do quartel estaria a cargo do Regimento de Engenharia 1 — o regimento onde o grupo tinha uma toupeira.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.