Tame Impala

Os australianos são a banda do momento e os grandes responsáveis pela imensa romaria a Paredes de Coura no dia 20. “Currents”, o último disco dos Tame Impala, é tudo menos consensual. Perdeu no rock, ganhou na pop. As conclusões ficam ao gosto de cada um.

© Hugo Amaral/Observador

Ceremony

Revisitação pós-punk em tronco nú trazida pelo último disco da banda “The L-Shaped Man”.

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Mark Lanegan Band

Lanegan regressou a Portugal depois de ter passado em março pelo Armazém F, em Lisboa. A intensidade foi a mesma mas num formato mais reduzido. Não houve versões dos Screaming Trees mas ouviu-se “Atmosphere” dos Joy Division.

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“Choveu gente”

Paredes de Coura faz soltar a rebeldia da adolescência e o “crowdsurfing” foi uma constante nos dois palcos do festival. A chuva ainda ameaçou na última noite mas acabou só por “chover gente”.

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Temples

Os britânicos jogam na linha da frente quando se fala no revivalismo recente do rock psicadélico graças a “Sun Structures”, disco de estreia de 2013. Espera-se ansiosamente pelo sucessor.

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Todos ao rio

Por estes dias o rio Coura é local de peregrinação enquanto não chega a música. Mas até os ossos ficam gelados.

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The Legendary Tigerman

O homem tigre já é um veterano nas atuações em Paredes de Coura. Subiu ao palco antes dos Tame Impala e entregou-se ao público de corpo e alma. Fá-lo sempre. Em nome do rock.

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Charles Bradley and his Extraordinaires

Bradley é um homem experimentado numa vida que nem sempre lhe sorriu. Ultrapassou as dificuldades e aos 66 anos, depois de lançar o primeiro disco em 2011, não tem medo de ser sexy. Com aquela idade há tudo menos vergonha.

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Palco Vodafone FM

O palco secundário sofreu as consequências de um festival esgotado. Assistir a um concerto naquele espaço foi uma tarefa árdua nalgumas ocasiões, tal era a concentração de pessoas por metro quadrado.

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Banda do Mar

“É bom demais estar aqui, cara!” exclama Marcelo Camelo de sorriso no rosto em jeito de despedida de um ciclo demasiado bonito para ser esquecido. A Banda do Mar encerrou em Paredes de Coura a extensa digressão que espalhou um cheirinho brasileiro no ar.

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Sylvan Esso

Amelia Meath e Nick Sanborn, as duas metades do projeto Sylvan Esso, trouxeram dos EUA uma brisa mais dançável a Paredes de Coura.

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Lykke Li

Li Lykke Timotej Zachrisson, Lykke Li para os fãs e amigos, subiu ao palco quando o festival se preparava para queimar os últimos cartuchos sob ameaça de chuva. A sueca não foi particularmente entusiasmante mas valeram-lhe os singles orelhudos, com “I Follow Rivers” a fazer a festa.

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Coura é amor

“It’s all about love”, confessava Charles Bradley, do alto da sua sabedoria. As margens do rio Coura não o deixam mentir.

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Ratatat

A dupla nova-iorquina ofereceu o espetáculo visual mais “esgalhado” do festival com projeções de leões, formas geométricas coloridas e aves de várias espécies. Final de festa pedia um pezinho de dança. Os Ratatat fizeram a vontade.

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Pond

Os australianos, companheiros de aventura dos Tame Impala, conseguiram uma enchente inimaginável no palco secundário às 7 da tarde num concerto que soube a pouco.

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Blood Red Shoes

A dupla de Brighton voltou ao local do crime – estiveram em Paredes de Coura em 2009 – e trouxeram mais umas quantas malhas rock na ponta dos dedos.

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Sabedoria popular

Festivaleiros filósofos espalham a palavra em Paredes de Coura.

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Waxahatchee

Katie Crutchfield e os Waxahatchee trouxeram do Alabama guitarradas juvenis em jeito folk rock que serviram de banda sonora a quem jantava uns metros ao lado do palco Vodafone FM.

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Tv On The Radio

Depois de terem cancelado a dose dupla de concertos prevista para o início deste ano em Lisboa e Porto, a banda de Brooklin compensou os fãs portugueses com um concerto em Paredes de Coura.

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Festival digital

Smartphones erguidos ao alto: as caixas de memórias dos tempos modernos?

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Father John Misty

Joshua Tillman, outrora baterista dos Fleet Foxes, deixou a paróquia e veio pregar para outras freguesias. Father John Misty é um gajo com “pinta” cheio de habilidade para manifestações de culto a provocar histeria (feminina) na frente de palco.

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The War on Drugs

A banda de Filadélfia mereceu honras de cabeça de cartaz no seu regresso a Portugal – tinham estado no NOS Alive – para apresentar de novo “Lost in the Dream”, um dos discos mais bem cotados de 2014.

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Edição histórica

A edição 2015 do Vodafone Paredes de Coura entrou para a história. Cerca de 100 mil pessoas esgotaram, pela primeira vez, as quatro noites do festival. A música volta ao vale do Coura para o ano entre 17 e 20 de agosto.

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